Verdade.doc III
Terráqueos discute a absoluta dependência humana aos animais, seja para alimentação, vestuário, entretenimento ou desenvolvimento científico. As imagens reais de abatedouros, caças, laboratórios de testes e treinamento circense são chocantes e exigem estômago forte. Dizem que se todos tivéssemos que matar o que comemos, todos seríamos vegetarianos. Tu, eu não sei. Mas eu não mato mais nem mosca. Filme de 90 minutos, legendado em português.
Verdade.doc II
A Corporação está disponível em duas partes, com legendas em português. Lançado em 2005, trata do surgimento das grandes empresas como pessoas jurídicas e o impacto das grandas marcas nas nossas vidas e no meio ambiente. O final é otimista e estimula a ação individual pela mudança do panorama.
Verdade.doc
Dois dias dedicados aos documentários.
Comecei com Zeitgeist. Filme de duas horas, distribuído gratuitamente pela web, que explica as supostas relações entre cristianismo, o 11 de Setembro e o sistema financeiro americano. Peca pela falta de precisão científica em alguns momentos e pelo caráter apelativo em outros, mas é de arrepiar. Depois de assistí-lo, tu vais te sentir abaixo do cu do cachorro louco. Recomendo cautela.
Depois, revi Surplus, um dos meus documentários preferidos. Em 50 minutos, analisa a sociedade de consumo e os excessos do capitalismo e da globalização. Destaque para a edição inventiva.
Já Who Killed the Electric Car? tenta descobrir por que o projeto californiano do carro elétrico não vingou. Expõe as medidas silenciosas que as grandes empresas tomam para boicotar uma iniciativa que pouco as beneficia e sua influência sobre a política e a sociedade. A seqüência inicial, do cortejo fûnebre do carro elétrico, mostra que os americanos têm muito mais interesse em tecnologias não-poluentes do que acreditamos.
Por fim, The Israeli Lobby disseca as relações políticas que garantem o inabalável apoio dos Estados Unidos a Israel. Em cinquenta minutos, é preciso nas entrevistas, inteligente na seleção das fontes e belo em suas imagens. É mais revelador do que parece.
Todos os links acima apresentam os filmes completos. Apenas Zeitgeist e Surplus têm legendas em português.
E dá-lhe Google Video.
LOLROTF
Mijei-me.
Vê se aprende, agora
Fotos do evento de sábado com os professores da Escola Monte Cristo, na Aprende Brasil.
Este, à minha direita, é o Luís Dill, colega de mesa. O Junior também participou, por isso seus livros à minha esquerda. Foto tirada momentos antes de eu virar o copo de plástico encostado no meu cotovelo.
Eu, na atividade mais complexa do ofício da escrita: a dedicatória. Mas tô melhorando, não escrevo mais "um abraço do Vitor".
Curtas
Amanhã pela manhã, converso com professores do ensino fundamental e médio num evento fechado da distribuidora. Vai ser bom, breve e cedo: às 10h30 - o horário que eu geralmente acordo. *** *** *** ***
Uma coisa nova
Essa é a Katy Perry, cantando que beijou uma mina e gostou. Ela aparece neste blogue porque é bonitinha, safadinha e, claro, a música é boa.
Uma coisa velha
Isso aí é OMC e "How Bizarre" é a única música que eu conheço deles. Fez a minha cabeça na adolescência.
Me encanta o figurino barato, o climão "saí do terceiro mundo e vim ganhar a vida nos States", a melodia repetitiva, o refrão em coro e grudento. Nota dez.
Subindo
Hoje eu preenchi um currículo on-line e foi a primeira vez na vida que usei a opção "superior completo".
Mudei de checkbox. Finalmente.
Parcerias
"Um artigo publicado nesta segunda-feira pelo jornal americano The New York Times afirma que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem aos poucos 'se distanciando do líder da Venezuela (Hugo Chávez) e suplantando-o discretamente enquanto vai transformando o Brasil numa potência regional'.
Segundo o artigo intitulado 'Silenciosamente, o Brasil ofusca um aliado', Lula 'diversificou a já forte base industrial brasileira e criou uma ampla coalizão política com quase uma dúzia de vizinhos'."
Mais aqui. Enquanto isso, me ponho a conjecturar sobre o que o pessoal do Manhattan Connection vai elaborar a partir disso. ***
Ele explica que não é contra os gays, mas contra a promiscuidade.
Já este blogueiro defende que homossexualidade e promiscuidade não andam necessariamente juntas, e que pessoas com elevado número de parceiros sexuais são pessoas com elevado número de parceiros sexuais - sejam gays, heterossexuais, bissexuais ou pansexuais.
O que aumenta os casos de DSTs não é o número de parceiros, mas a falta de proteção no sexo.
A propósito, se alguém souber o que é "elevado número de parceiros sexuais", me explica. Porque até onde eu sei, quem é solteiro não tem um parceiro fixo. Tem vários.
E afinal, o que é promiscuidade?
Deslizes e enganos de uma mente ingênua
Os eventos engraçados da minha infância sempre rendem alguns posts neste blogue - como, por exemplo, aquele em que eu relato a minha descoberta do aerofólio. Pensando sobre isso, lembrei-me de algumas outras particularidades de tão rico período da minha vida.
Eu falava pírula até os sete anos. Não verdade, eu falava pílula, do jeito certo, mas pensava que dizia pírula, porque eu não falava os érres. Então, era um erro que dava certo. Por isso ninguém me corrigia. Quando eu descobri que o certo era pílula, não contei pra niguém do deslize que cometi por anos.
No noticiário, esta aparecia seguidamente: plena. Por exemplo, "ele está em plena crise". Mas eu achava que era "ele está em plê na crise". De novo, falava certo, mas havia entendido errado. Pra mim o sujeito poderia estar em plê na crise, em plê no trânsito, em plê na vida. Fato é que plê não me parecia coisa boa. Deusulivre estar plê em alguma coisa.
Marcante também foi o dia em que descobri que a Tina Turner era negra e tinha mais de trinta. E também quando me disseram que seu cabelo loiro e liso era peruca. Assim, descobri que o mundo dos adultos era cheio de sombras e engodos. Além do quê, em minha vã ingenuidade, pessoas com mais de trinta anos não eram cantoras de rock; eram avós. A Tina Turner rompeu com os meus critérios. Respeito-a por isso.
Outra dificuldade era entender o karatê do Atari. A ausência de perspectiva e profundidade confundia o meu cérebro. Até hoje lembro do som de cada golpe dos bonequinhos. Tudo era horrível, grosseiro, rudimentar. Jogá-lo ou assistí-lo era uma frustração sem tamanho.
Com o tempo eu lembro de mais deslizes da minha infância. Continuarei postando-os aqui.
Cagando e andando
Link novo aí ao lado. Dani Moire de volta ao mundo blogueiro. Sou fã assumido. Visitem e aprendam como é que se faz. |
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