eu tenho uam confissão pra fazer.
eu tenho um celular e eu adoro isso.
fico mandando mensagem pra todo mundo, as pessoas me ligam e marcam programas. eu sou contatado em qualquer lugar, e posso contatar quem eu quiser em qualquer lugar em que eu estiver. e eu adoro isso.
quarta - 16 de junho, 11h09min


Dia dos Namorados

não tenho cigarro. vou até o posto com 3 pila no bolso esquerdo de uma calça de fundilho furado. me arrasto no caminho. só levanto os olhos da calçada pra perceber que não há nuvens no céu, porque elas estão todas sobre mim.
é uma guerra que quero ganhar, mas a batalha é tristemente desgastante. eu não vou fugir, tampouco desistir. o sono pesa sobre as pálpebras e as pernas doem. fui dormir às 6, acordei às 9, só levantei às 15. me debati na cama, enrolado em cobertores e pensamentos confusos. tu me confunde.
teu meio sorriso é charmoso, mas sei que é uma distração do que quer me falar. não me fala, se cala e sorri. desvia o assunto, pensa que me engana. te encaro, tu te acanha.
ontem, contigo, fumei demais. hoje, sozinho, me dói o peito. mas me arrasto até o posto atrás de cigarro.
fumo, pensando que queimo a angústia. fumo porque não tenho nada pra fazer – pelo menos, não contigo. fumo a tua marca de cigarros. fumo e espero tua ligação. fumo e me dói o peito.
tu não me liga, eu fumo. a angústia não passa, então fumo. me dói o peito, então fumo.

não tenho cigarro. vou de novo até o posto com 3 pila no bolso esquerdo de uma calça de fundilho furado.
domingo - 13 de junho, 17h56min


as sessões com a dra. lourdes estão cada vez mais divertidas. agora, ela tá começando a utilizar quase o mesmo vocabulário que eu. segundo ela, é pra aproximar-se da minha linguagem, ser mais cúmplice, não me lembro. mas é fato que eu ouvi várias vezes coisas como "é, porque se o cara tem tesão e a coisa tá levantada, pronta pra penetrar...". salve dra. lourdes.

depois, ceva na República com o tiago e, mais tarde, clarissa e mel. descontraído, leviano e espontâneo.

hoje é Dia da Cópula - aka Dia dos Namorados. hohoho, boa cópula pra todos.
sábado - 12 de junho, 12h51min


clarissa mandou foto que vai sair dela na revista Novita. página inteira, se achando a modelete. nojenta e cobiçada. não sei se é campanha de sapato ou de ego, mesmo. inveeeeja.

ontem, terminei de ver a HIPER, exposição que fica até setembro no Santander, ali na Praça XV. ducacete, mas essa coisa de video-arte, interação, novas mídias, telões, meio que me cansa. me parece óbvio demais, e, às vezes, o que se mostra não me parece ser a arte da coisa, mas só o esnobismo tecnológico.

hoje, chove, e acordei às 8h, podendo acordar a hora que bem entendesse - como agora. e o seu araújo tá aqui, tentando puxar papo sobre coisas desinteressantes de seu dia-a-dia, e a dona denise - que me vê cada vez menos - tá me mimando cada vez mais. eu aproveito e deixo rolar, mas não saquei o que ela quer em troca. talvez a garantia de que quando ela ficar velha, mijona, lerda e esclerosada, eu não a deixe mofar numa cama fedida de um asilo da Zona Norte.
quinta - 10 de junho, 12h33min


hoje eu não tô a fim de trabalhar.
domingo, acordei mesmo às 17h. depois, fiquei ouvindo When a Blind Man Cries, do Deep Purple, no repeat. tava com dores da Balonê de sábado, que, a propósito, tava tão atrolhada que mal dava pra dançar e fez minha pressão cair na demorada fila do banheiro. isso, depois de ouvir de uma mocinha peituda e irritadiça que o meu irmão era parecido com o John Travolta. peituda, irritadiça e bêbada, a coitada.
já falei que não tô a fim de trabalhar?
hoje, depois de achar que tinha sido despedido e tavam com medo de me falar, entrevistei o prefeito num evento lá no Chalé. disseram que elevei meu patamar de jornalista. e que não fui despedido. ainda.
a propósito, eu não tô a fim de trabalhar.
e ontem, o kiefer foi grosseiro comigo, no telefone. fiquei puto e com vontade de mandar ele tomar no cu. mas esfriei a cabeça assistindo X-Men.
ei, reparou que eu não tô a fimd e trabalhar?
segunda - 7 de junho, 14h38min


ontem, ceva na República com a clarissa e a mel, à luz de profundas reflexões sobre o orkut como instrumento de comunicação de massa. chique.

depois, compramos uma pizza estragada da Companhia das Pizzas, que me deu um pouco de blargh no estômago. e hoje, depois de passar shampoo e tomar remédio para uma doença chata, a clarissa veio aqui assistir a madonna se retorcendo em cima do toro mecânico e espancando o violão com uma bicha dançando flamenco, em seu momento de mais profunda glória, no DVD da última turnê da fubanga.

mas meus planos não eram esses para hoje à tarde. porém, a Balonê Junina da noite promete salvar a semana. ah, promete sim.
sábado - 5 de junho, 17h22min


segunda semana de decepções consecutivas.
primeiro, um professor da ulbra. depois, o jornalismo. agora, a literatura. basicamente, tudo que cerca minha vida profissional tem mostrado uma realidade que eu desconhecia. mas chega, não entro em detalhes num blog.

o barato da semana foi a inauguração do posto, ontem à noite. fui escalado pra encher 200 balões com gás hélio e amarrar nas bombas de diesel. mais tarde, trouxemos os tubos de gás aqui pra assessoria e ficamos aspirando hélio e fazendo voz de pato. é divertido, mas eu não sabia que aspirar hélio demais dá vertigem. e o moço disse que, se eu quiser, posso comprar um tubo de 2m3 de hélio por 140 pila. que medo de querer.
quinta - 3 de junho, 12h07min


vocês não fazem idéia do bafão que tá rolando entre eu, o kiefer e a melina.
quarta - 2 de junho, 18h22min


ok, mas dentre os patos, eu sou o melhor.
quarta - 2 de junho, 12h41min


o kiefer me manda e-mail puto da vida com o subject "particular". eu respondo calmamente, com o subject "público".

entendeu o que é ser um filho da puta que não perde a piada?
terça - 1° de junho, 16h31min


dentre as decepções diárias que eu ando passando, ontem me ocorreu mais uma. minha chefe é uma daquelas pessoas que filhos da puta como eu, o walter ou a melina, não aguentam. ela não entende o deboche, o sarcasmo, a ironia, o espírito "perco o amigo, mas não perco a piada". ela simplesmente leva a sério tudo que eu falo. e convenhamos, até eu sei que não se deve me levar muito a sério. porque eu sou um filho da puta que se puder rir de alguma coisa, eu vou. seja de mim ou dos outros.
eu não aguento gente que perde a piada.
terça - 1° de junho, 12h10min


o conto abaixo tá com o título errado. o certo é "A Voz do Brasil". eu errei porque eu sou burro.
terça - 1° de junho, 11h13min


A Hora do Brasil

sentado ao volante, preso no engarrafamento já há 15 minutos. o rádio fala "em Brasília, 19 horas". desligo e fico em silêncio. meu carro não tem CD player. pelo retrovisor, vejo a fila que se estende atrás de mim, ao longo da avenida. um desgraçado, ranhento e encardido, de uns 12 anos, chega pela direita e me pede um trocado. minto com a cabeça, num movimento sem vontade, que não tenho nada. ele vai pro carro de trás. ao fundo, boiando no riacho, algo me chama a atenção. amarelado, sujo e deslizando na fraca e fedida correnteza. tranca na sujeira do fundo, a àgua que corre tenta virá-lo. vejo um braço subindo. depois uma cabeça.

penso "um corpo". afinal, é só isso o que é. um corpo que virou lixo. um corpo boiando no riacho, entre pneus, e garrafas plásticas. e, de vez em quando, entre sofás e outros corpos. tudo vai desaguar no rio e nas praias impróprias para banho. e nas liberadas, também. o corpo vai boiar até chegar nas areias ao sul. e as crianças, os desgraçados ranhentos e encardidos de 12 anos, vão brincar com ele. pular em cima, chutar e tentar arrastar do lodo à praia.

o carro da frente ensaia se mover. engato a marcha, vou de leve, mas ele freia. eu também. e ali ficamos. me volto à direita, o corpo continua lá, trancado, com um braço pra cima e uma cabeça tentando aparecer. o moleque ranhento e encardido está a vários carros atrás, indo de motorista em motorista pedindo um trocado. quando chegar em casa, vou pra Internet bater umazinha. aproveitar que não sou eu que bóio no riacho, amarelado e sujo, nem esmolo no engarrafamento, ranhento e encardido.

o carro da frente ensaia se mover, de novo. eu também. ele pára, eu também. fico de pau duro, bato uma aqui mesmo. gozo rápido, lambo a porra entre os dedos. a que escorreu pelo assento, limpo com um Perfex encardido e amarelado. quando chegar em casa, vou pra Internet bater umazinha.
domingo - 30 de maio, 19h04min


a oficina tava uma merda, sábado. o legal mesmo foi tomar vinho com um pessoal divertido e barulhento. até o tombo abraçado com a cíntio rô, em frente à Espaço Vídeo, foi meio engraçado. chato foi acordar com a cabeça dolorida, de bater na calçada. e também o sem-teto rindo de nós, quando nos viu caindo.
preocupado com sua saúde, liguei pra cíntia rô, agora.
- cíntia, é vitor! da oficina!
(muitos barulhos ao fundo)
- o quê?
- cíntia, tu tá em casa?
- não. num aniversário de criança, tomando vinho com meu tio!
- ela ri.
- parece divertido!
(barulhos aoi fundo)
- o quê?
- tu tá bêbada?
(barulhos ao fundo)
ela ri, de novo.

a rafella e o mallmann fizeram ânus essa semana. não sei muito bem quantos, mas mando os parabéns.e também escrevi um conto que não teve repercussão alguma e não me importei com isso. postarei aqui.
domingo - 30 de maio, 18h44min


a tendinite, a falta de tempo e a minha bucetose que tá aguda me impedem de blogar, ultimamente. não estranhem.

essa semana eu me dei conta que estou cercado de criminosos, que a Comunicação da ULBRA consegue ser pior do que eu sempre pensei, que há problemas de comprometimento, respeito e consciência de trabalho em equipe no meu serviço e que há pouquíssima afinidade entre eu e meus pais. curiosamente, tudo muito óbvio, mas a ingenuidade, inexperiência e - acredite - a esperança me impediam de perceber cada uma das frustrações acima mencionadas.

ia começar a esmiuçar o mau agrouro no qual essa semana me meteu, mas me dei conta que isso é, no mínimo, patético.

foda-se. é sexta.
sexta - 28 de maio, 11h30min


nunca havia trabalhado ouvindo Radiohead.
quinta - 27 de maio, 11h44min


Bunda-mole

depois, pedimos um Capuccino cada. entre trivialidades e banalidades, eu, bunda-mole, fiquei sem assunto. só pensava nas cobertas bagunçadas sobre tua cama e imaginava, sob elas, nós.

faz frio, te olho nos olhos, tu não percebe. o Cappucino, "doce demais", tu diz. cruzo as pernas, tu também. trago meu cigarro, tu traga o teu. teus olhos saem à cata de algo no ambiente. sei que quando faz isso, pensa. mas desiste de me confidenciar. eu lamento, porque gosto de te ouvir.

eu, bunda-mole, fiquei sem assunto. se estívessemos juntos, não era um problema. "shut up and kiss me" viria a calhar. mas não. não sou eu quem deita contigo sob aquelas cobertas. mas sou eu quem paga pelo teu Cappucino. sou bunda-mole por não ter assunto, mas um cavalheiro por gostar de ti.
quarta - 19 de maio, 11h55min


sábado, comprei o segundo exemplar da revista Ácaro. logo de cara vi que tinha em mãos a filha da finada revista Senhor. a Ácaro vem dentro de uma capa do tamanho de um LP, e o layout todo da coisa é pra lá de vanguarda, bonito e moderno. quanto ao conteúdo, contos, poemas, humor e reportagens descabidas. tudo num design gráfico que remete muito ao pioneirismo da Senhor, ainda nos anos 60. abaixo, comentário sobre a revista.

Revista Ácaro une alternativo e profissionalismo
Gonçalo Júnior
Gazeta Mercantil
29.11.2002

São 30 colaboradores do número de estréia da revista Ácaro, um ousado projeto alternativo tanto nos resultados gráficos quanto de conteúdo. Mas antes dela e de outras, a história era outra. Nos primórdios da indústria editorial brasileira, quase sempre o caminho para quem queria ser escritor - poesia ou prosa - eram as seções literárias dos jornais ou as poucas revistas dedicadas ao tema, quase sempre de pouca duração, baixa tiragem e circulação restrita, por causa dos elevados custos gráficos. Grandes nomes da literatura nacional e até do jornalismo, cinema e teatro começaram assim. Ficaram famosas, entre muitas, A Verde, de Cataguases; Clima, de São Paulo; e A Revista, editada por Carlos Drummond de Andrade nos anos de 1920. A partir da década de 1970, com o barateamento gráfico e a popularização da fotocópia, outro tipo de publicação ocupou o espaço das revistas literárias: os fanzines. O termo veio da fusão das palavras inglesas fan (fã) e magazine (revista). Ou seja, revista do fã. No Brasil, seu sentido foi adaptado para uma forma barata de expressar idéias e divulgar criações artísticas diversas. A Internet democratizou ainda mais essa função, ao permitir quase gratuitamente a produção de fanzines eletrônicos. Parte de seus autores amadurece assim seus trabalhos, alguns com qualidade até para publicação, graças a um intenso intercâmbio de idéias, sugestões e críticas. O projeto gráfico foi desenvolvido por Daniel Trench, Rita Aguiar e Manu Maltez e as dimensões foram imaginadas como uma "citação gráfica" das capas dos velhos LPs, cujo espaço, que praticamente não existe mais, permitia fluir a imaginação dos artistas gráficos. A edição parece um álbum triplo, como os do festival Woodstock ou "Sandinista!", da banda inglesa The Clash. O formato editorial tem uma diversidade que a faz parecer uma grande vitrine literária. Reúne trabalhos de ficção, poesia, reportagem, artigo e artes diversas, além de um suplemento "dominical" de humor. Participam desta edição, entre outros, Chico Mattoso, Paulo Werneck, Miguel Sokol, Antonio Prata, Ivana Leite, Bruno Zeni, Bernardo Esteves, Alberto Martins, Dirceu Villa, além de um poema inédito de Octavio Paz. Com circulação trimestral, Ácaro começa como uma rara opção para quem quer conhecer o que passa pela cabeça de um bom número de futuros escritores e poetas e, claro, identificar tendências que estão surgindo. Parte do núcleo da publicação editou o fanzine Emplasto Poroso, de vida curta. Do grupo de oito pessoas, duas - Paulo Werneck e Chico Mattoso - levaram a idéia adiante de criar uma revista que desarmasse as armadilhas habituais das publicações alternativas: qualidade gráfica (com patrocínio da gráfica Takano) e distribuição (nacional, garantida pela editora 34).

Contrariar a regra

O resultado, diz Werneck, pode ser definido como uma edição de caráter alternativo, mas com profissionalismo. A linha editorial procura juntar textos interessantes que atualmente estão dispersos em publicações monotemáticas ou especializadas e, assim, contrariar a regra de que gêneros como conto, reportagem, poesia, humor, etc., não se misturam num mesmo veículo. As regras terminam aí. Não há restrições para colaboradores. Podem ser textos de natureza diversa, organizados pelo olhar da literatura. "Gostaríamos de garantir a pluralidade de visões de mundo, sem fechar o foco em determinada escola literária, estilo ou turma", diz o editor. Não há exigência, portanto, que o autor seja inédito ou que faça parte "da nova geração". Werneck explica que a opção por geração, nova ou velha, pode ser uma cilada. Afinal, ressalta, procurar o novo pelo novo é bobagem. "Acho que a revista tem nos autores novos o centro da linha editorial, senão não faria sentido inventar uma revista nova. Mas não nos sentimos obrigados a publicar só coisa nova." O título da revista surgiu de uma brincadeira com a Ícaro, a revista da Varig. Os editores concluíram que faltava uma revista de bordo "popular", para quem não pega avião. Depois, na falta de um nome melhor, ficaram com Ácaro mesmo, sem enfatizar muito a piada para não ficar forçado. Werneck acho o título interessante como metáfora: representa a vida miúda, mas poderosa, que está aí embora não se perceba. "Ou seja, ao falar de literatura, as pessoas pensam nas grandes esferas da cultura, nas obras monumentais, em grandes eixos teóricos, e se esquecem que tudo isso está principalmente no cotidiano, que é minúsculo, comezinho." Por isso mesmo, a maioria dos textos enfoca de situações cotidianas, "normais", sem ser uma premissa.

mais, aqui.
terça - 18 de maio, 09h40min


vem cá, alguém que me dizer quem é o tal do roger do orkut, que tá em todas as comunidades e é amigo de todo mundo, inclusive da dani moire?

e eu achava que eu era pop.
segunda - 17 de maio, 14h10min


sábado, depois da oficina, fui pra casa do walter com um tinto seco 5 litros com o gargalo meio quebrado. mas a cristiance e o pôu souberam com maestria resolver o problema de tirar a rolha e coar o vinho sem deixar cacos de vidro boiarem na bebida.

depois, walter me mostrou a alegria do orkut. finalmente me caiu a ficha. hoje, chego no serviço e a primeira coisa que faço é entrar no orkut. isso é ruim.

domingo, nós dois ajudamos a aflita melina com seu aflito trabalho de foto sobre punks e mods. Redenção e depois Gasômetro, sem muito sucesso. só um cara com o pau pra fora gritando obscenidades pra nós três, debaixo do Aeromóvel. nada glamuroso.

ponto alto do findi: o Ford 1946 e seu motorista de quepe e luvas brancas. inveja.
ponto baixo do findi: largar barro no banheiro da Coolméia, com o Brique inteiro te vendo pelo janelão 3X3. medo.
segunda - 17 de maio, 09h07min.


vitor, o onanista!


juliana crisis teddy konstantin penny lane srta. ecstasy walter

carcasse the beatles rgg carlos zéfiro livros grátis michael moore santander


só pelo e-mail, mesmo.


Eu Sou Feliz Sem Celular!


Ela Apenas Me Tornou Pop!


Adoro a Música do Diabo!


war is over!
-if you want it-

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ilustrações de carlos zéfiro