"Depois do Sexo" tá no Pessoas do Século Passado.
quarta - 1° de junho, 22h42min


falar da própria rotina de trabalho parece coisa de gente sem vida social/sexual. mas o blogue é meu e eu escrevo nele o que eu quiser.

se lembra que eu havia comentado que não tinha muita coisa pra fazer na Justiça Federal? esquece. hoje, saí de lá às 20h15 e ainda deixei coisa pra amanhã. e essa noite, sei que vou sonhar de novo com trabalho - com tabelas, gráficos, janelas que se abrem na tela do computador e a porra do organograma que eu menti dizendo que sei como fazer. detalhe que é tudo pra bomba do relatório que tem que estar com as 50 páginas todas diagramadas e finalizadas até terça que vem. e se a tiragem completa do material não estiver na mesa da diretora até o dia 24, eu juro que eu choro. sim, eu estou com o cu na mão.

eu tenho medo de dormir e sonhar com o organograma de novo. aquele maldito organograma me perseguindo com seus tentáculos administrativos, tentando me comer com a boca da diretoria. essa fobia deve ter um nome, sei lá, "graficofobia". ou "desempregofobia". o que é bem comum, dizem.
terça - 31 de maio, 23h12min


e depois do vinho chileno, eu larguei uma bomba de merda no meu feriado. mas, ah, caralho, eu já errei até o nome do prefeito quando fui entrevistá-lo. a leviandade causa estragos, às vezes.
quinta - 26 de maio, 21h19min


"A Burocracia do Amor" ficou ducacete na Simples. artigo especial, assinado, página dupla e com ilustração. segundo a revista, o texto é a "reflexão Simples desses tempos". eu também acho. minha mãe também.

chego no serviço e minha chefe me entrega um presente que ela trouxe da viagem a trabalho a Santana do Livramento - uma garrafa de vinho chileno e um simpático bloco de anotações. "é pra ti beber com alguém que tu ache interessante". já sei quem.
quarta - 25 de maio, 12h03min


ei, já falei que a ruth lemos é a rainha?

então. comecei a erradicar os excessos de senhas da minha vida - saí do orkut. eu tenho senha do gmail, do blogue, email do serviço, hotmail, duas senhas pra saque no BB, senha de oito dígitos pra saldo online e mais uma pra me logar no sistema da JF. acho que basta, né?
terça - 24 de março, 10h45min


Tecnocracia Afetiva

ontem eu vi o mendez e balancei. não o via há uns seis meses e achava que ele estava habitando aquela zona da vida chamada "passado". fiquei surpreso por ter descoberto que o tal do passado pode continuar bem presente, às vezes.

mendez foi um daqueles casos rápidos que nos faz acreditar que poderá haver algo bem sério, logo a frente. e eu acreditei. até o dia que ele me deu um pé na bunda e eu chorei um fim de semana inteiro. mas eu tenho essa estúpida mania de não perder muito tempo lamentando insucessos afetivos porque, ora bolas, quem não me quer só pode ser louco. errado estão os outros que me dispensam - muito otimista da minha parte.

acordei hoje me sentindo uma bosta. o que é totalmente novo, porque eu nunca me permiti sofrer - ainda mais por alguém que não me quis. e foi sofrendo de manhã que eu descobri que poucas vezes na vida dei aos sentimentos a consideração que eles merecem. pirei.

quando eu tinha uns cinco, seis anos, me lembro de, mais de uma vez, pedir para os meus pais se beijarem na minha frente. me lembro de eles terem feito isso só uma vez. um selinho igual àqueles que a gente dá no rosto, quando é apresentado a alguém. e essa foi a única prova que eu sempre tive que eles realmente se amavam. não quero dizer que aquelas provas de amor estilo programa do Gugu,de jogar pétalas de rosas sobre a casa da mulher amada, são fundamentais nos relacionamentos amorosos. mas que é bom para uma criança de cinco, seis anos que tem pais casados saber que eles se amam, é. foi pensando nisso que eu descobri que eu não tive uma educação afetiva na família. me lembrei que todas as vezes que eu levantava o assunto amor com meus pais, eles faziam pouco caso. minha mãe franzia o queixo e me olhava de soslaio, como quem diz "pára de falar bobagem, guri". na minha família, amor é bobagem.

ao longo dos anos, fui aprendendo que sofrer por amor é coisa de gente fútil, considerando que tem gente morrendo de fome, na rua. necesário mesmo é ter um bom currículo profissional, se preparar pro mercado, fazer aula de inglês, oficina literária, faculdade. e eu tenho cuidado do meu currículo profissional como quem cuida de um grande afeto - com esmero, dedicação, afinco. amor, se der tempo, a gente vê o que faz. e se o cara pensar assim, nunca vai dar tempo pro amor.

daí me lembrei de uma certa vez, com a dra. lourdes, ano passado. ela me perguntou como eu me vejo daqui a uns 20 anos. e não titubeei: "rico, bem sucedido e sozinho." "por que sozinho?" "ah, isso não é importante, né?" como me foi ensinado, a gente se dedica ao amor se der tempo, né. primeiro a carreira.

eu cresci numa tecnocracia afetiva. eu tenho que ser, antes de qualquer coisa, profissionalmente bem-sucedido. tenho que ter um bom currículo, me preparar pro mercado, essas coisas exatas, tipo 1 + 1 = 2. e as matérias humanas, tipo o amor, a gente deixa um pouco de lado, porque são muito abstratas e geralmente servem só pra tirar o teu foco do principal objetivo na vida - carreira profissional. acontece que foi sofrendo pelo que eu não tive com o mendez que eu descobri que a minha natureza não diz que 1 + 1 é igual a dois e ponto final. 1 + 1 pode ser três, também. ou cino. ou qualquer outro número primo. e pode ser até o pi (3,141592...). o que eu aprendi muito bem, nesses vinte e dois anos de vida, foi a priorizar as certezas concretas do futuro profissional. o que é muito bom, mas eu não preciso viver uma coisa em detrimento de outra. não preciso estabelecer meu futuro como rico, bem-sucedido e sozinho pra ter todas as certezas de uma vida feliz. porque se o mendez aparecer na minha frente de novo, a minha riqueza e o meu sucesso profissional não vão me impedir de balançar. proque nem sempre 1 + 1 é igual a 2, saca?

ultimamente, tenho refletido bastante sobre o valor que eu (não) tenho dado à porra dos meus sentimentos. acho que essas elocubrações deveriam ter começado há tempos, mas pra evitar de sofrer e de balançar por histórias nunca vividas, é melhor acreditar mesmo que o amor é raro e que nem todo mundo tem a sorte de encontrá-lo e que a única certeza que eu tenho na vida é da minha futura riqueza e sucesso profissinal. e da solidão, por tabelinha.

eu não quero estar sozinho quando eu tiver de cama, que nem o seu araújo. meu ótimo currículo profissional não vai me servir pra nada. ele não vai passar a mão na minha cabeça e dizer que vai ficar tudo bem. acho que eu preciso reavaliar minhas prioridades na vida. não quero perpetuar a tecnocracia afetiva da minha família. se eu paro pra pensar no macrocosmo da sociedade inteira, eu vejo que, sim, tem muita gente que se ama por aí. e os casais apaixonados não são todos pobres e profissionalmente mal sucedidos. tem muita gente que consegue conviver com a incerteza abstrata do amor e com a matemática das questões de mercado, cada uma no seu devido lugar, em perfeita harmonia. acho que é essa maestria na condução das prioridades afetivas e profissionais que eu ainda não tenho. só espero que reflexões como essa me sirvam de alguma coisa pra evitar que o meu futuro seja aquele mesmo já previsto - rico, bem-sucedido e sozinho. vou balançar por muita gente, ainda. e eu não tenho controle algum sobre isso. acho que é isso que eu preciso aceitar.
segunda - 23 de maio, 11h46min


boa idéia.
sexta - 20 de abril, 18h


- darth vader?
- yes, master.
- rise.

se alguém já viu, não me conte o final.
sexta - 20 de maio, 11h10min


ah, vão se foder. eu também quero fazer.

TEN random things about me:
1. estou ficando careca;
2. tenho pés bonitos;
3. usei todos os tipos de aparelho dentário por 5 anos e meio;
4. só tenho três pares de calçados;
5. eu não uso metade das roupas do meu armário;
6. eu fico com um péssimo humor quando sinto fome;
7. eu preciso fumar pra pensar;
8. eu preciso fumar quando penso demais;
9. queria engordar uns três quilos;
10. eu rio sozinho na rua.

NINE ways to win my heart:
1. não ser burocrata;
2. não ser funcionário público;
3. não ser desdentado;
4. não ser fresco;
5. entender quando sou irônico;
6. rir das minhas piadas;
7. completar minhas frases;
8. ter cheiro bom - e não digo perfume;
9. não ser mais magro do que eu

EIGHT things I want to do before I die:
1. tatuar o Coringa desenhado pelo Frank Miller;
2. conhecer o David Bowie;
3. ser entrevistado pela Oprah;
4. engordar uns três quilos;
5. ter um filho chamado Oscar ou Bruce;
6. aprender a tocar guitarra, montar uma banda e ficar famoso;
7. fazer implante de cabelo;
8. sair do Interior.

SEVEN ways to annoy me:
1. mandar em mim;
2. não prestar atenção quando eu falo;
3. no donut for you;
4. não entender minhas piadas;
5. não entender minhas ironias;
6. gente feia dançando música ruim;
7. gente irritadinha.

SIX things I believe in:
1. eu mesmo;
2. minha família;
3. meus amigos;
4. o lado negro da Força;
5. Combustão Humana Espontânea;
6. Madonna.

FIVE things I'm afraid of:
1. ser atropelado;
2. Deus;
3. Combustão Humana Espontânea;
4. extraterrestres que entram no quarto das pessoas, enquanto elas dormem;
5. gente morta.

FOUR favorite items in my room:
1. um batmóvel;
2. um louva-a-deus que brilha no escuro;
3. pin ups francesas dos anos 40 e 50;
4. um computador cheio de vírus.

THREE things I do everyday:
1. penso em sexo;
2. vejo documentários da Discovery pra cair no sono;
3. fumo.

TWO things I want to do right now:
1. tirar as lentes;
2. fumar;

ONE person I want to see right now:
1. gláucio
segunda - 16 de maio, 22h37min


crônica nova.

Depois do Sexo

os minutos depois do sexo são o melhor momento pra saber se vale a pena mesmo continuarmos nos envolvendo com quem acabamos de levar pra cama. depois de gozar, o ser humano fica extremamente vulnerável e abobado. o orgasmo derruba todas as máscaras, a pose e a pretensão que nos ajudou a levar alguém pra cama. e é só ali, suado, com aquele sorriso bobo de quem acabou de se divertir a valer, é que o cara se mostra quem ele realmente é.

numa trepada de primeira noite, quem vai nos dizer se queremos ou não continuar nos relacionando com o outro são as conversas bobas e sem sentido que a cabeça vazia do pós-coito traz. o travesseiro alheio é o oráculo do envolvimento - basta deitar a cabeça nele pra saber se nesses momentos de burrice plena estamos suficientemente à vontade com quem acabamos de trepar. ninguém consegue manter a pose depois do deleite orgásmico - o gozo é a redenção da vulnerabilidade humana.

o que confirma o interesse mútuo, depois do sexo, são as carícias com os pés, por baixo do lençol. as mãos entrelaçadas também. porque não adianta ouvir coisas maravilhosas durante o sexo e, depois do trabalho feito, virar pro lado e dormir. não se faz sexo a dois para se dormir sozinho. o envolvimento continua depois da gozada – pelos menos até o café da manhã.

o pós-sexo é um bom termômetro da hipótese de relação que pode iniciar, depois de uma trepada casual. é essa revelação da natureza pessoal que vai nos fazer querer conhecer mais a fundo o outro. Ou querer recuar e bater em retirada. porque todas as artimanhas elaboradas na hora da sedução vêm abaixo com o aríete do orgasmo sexual. depois de gozar, todo mundo só quer cafuné e palavras sussurradas no ouvido. é o tipo de garantia que te faz saber que não cometeu uma grande cagada, ao sair da festa com aquela pessoa. e depois disso, dá até pra dormir tranqüilo, com a cabeça no travesseiro, ouvindo o oráculo dizer que pode haver algo mais aí.

o pós-sexo é a deixa de uma maior intimidade. começa assim, pequeno e bobo. daqui a pouco, quem sabe, pode até vir um jantar ou matinê no fim de semana. quem vai dizer mesmo são as carícias com os pés, por baixo do lençol, e as mãos entrelaçadas – o convite mais singelo para participar da vida de alguém.
segunda - 16 de maio, 00h24min


dificilmente gosto de algo que escrevo para ou durante a oficina. mas dessa vez, o exercício de Fluxo de Consciência - coisa que nunca tive sucesso fazendo - me pegou de surpresa. o resultado tá aí embaixo.

seca

acho que é o sangue que parou de correr essa solidez nas minhas veias as carnes também sinto-as porosas desfazendo-se abaixo da pele meus olhos ainda olhos se voltam para o templo e me arrependo do sacrifício voluntário imposto pela falta de chuva. o estômago explode e sinto as cinzas saírem pelos poros de onde antes saía suor agora sai cinzas de vulcão que saem também da minha boca e do meu nariz quando respiro pesadamente sufocando cada nervo e o coração que bombeia cinzas para cada pedaço de vida que queima e vira cinzas e as cuspo e não há mais saliva nem língua mas haverá chuva na próxima estação assim me prometeram e a minha doce Adi poderá dizer que a chuva é seu luto antes enlutar pelo marido a enlutar pelos pequenos mortos de fome que a chuva não regou. os ossos também porosos viram cinzas e a pele e os cabelos e o vento leva um pouco de mim até o Grande Utu-kah que fará chover e Adi será a feliz viúva do homem que virou cinzas e chorará sob a chuva e a fartura a acolherá me vejo num punhado de cinzas que o vento assopra para o alto eu farei chover
quinta - 12 de maio, 22h29min


o celular toca, eu atendo.
- oi, eu tô precisando de um programa. - um coroa com voz de tarado.
- como?
- tu tem anúncio no jornal, não tem?
- na verdade, não...
- tem sim!
- não, não tenho
- 96xx-12-xx?
- não, 96xx-14-xx
- ahn... desculpa.

no começo, juro que achei que ele tivesse falando de programa de computador.
terça - 10 de maio, 11h45min


eu tenho dois bons motivos pra ir pra São Paulo. um se chama Eduardo Sguerra e o outro, Dani Moreira. e basta.
sábado - 7 de maio, 22h52min


Homem de Lata

seu araújo volta pra casa hoje. cheio dos ferros, tá virado no Homem de Lata. diz que já conseguiu até sentar - com muito esforço, mas conseguiu. tá com uma certa atrofia muscular na perna boa, mas a dona denise, prudentemente, já descolou uma bengala pra ele. ele ficou quase um mês no hospital, se não no HPS, no Ernesto Dornelles. e hoje, troca o leito hospitalar pela cama de casal. e só sai dela daqui a certo tempo.

tem certas curvas na vida de cada um que só aparecem em situações de fragilidade, como essa. e esse triste evento com o seu araújo me fez perceber como ele precisa da minha mãe. a dona denise não tem dois filhos; tem três. e um deles tá de cama, todo quebrado. eu não sei o que faz um casal ficar junto por 26 anos - ainda mais um casal com tantas diferenças que eu considero cruciais, quando penso em relacionamento. eu realmente não sei o que faz uma pessoa dedicar-se exclusivamente a outra, quando uma delas está seriamente debilitada. a gente fica sentado na frente do computador, reclamando que quem a gente quer, não nos quer da mesma forma. mas eu não sei se eu teria a paciência, dedicação e altruísmo que a dona denise tem demonstrado possuir de sobra, nessas últimas semanas.

os motivos que levam uma pessoa unir-se a outra são inúmeros. eu poderia ficar aqui falando disso até amanhã e ainda teria muito pano pra manga. mas unir-se a alguém é a coisa mais banal que tem por aí. agora, manter-se unido por 26 anos ou mais é que é o mistério todo. se depois de quase três décadas juntos eles não se amam de fato, então já não sei mais nada. a novidade nisso tudo é que eu nunca tinha percebido isso. pra mim eles continuavam juntos porque era cômodo, legal, ou o melhor que cada um poderia fazer pra si mesmo. (pausa pra atender ligação de enfermeiro oferecendo serviços). mas depois que eu vi a dona denise fazer romaria de hospital em hospital tentando achar leito pro marido, depois a romaria do INSS, do banco, das compras pra casa, das idas diárias ao hospital, do atender telefone a cada 5 minutos e explicando o mesmo quadro médico pra trocentas pessoas diferentes, me ocorreu que, "ei, talvez eles realmente se amem...". e isso muda tudo. toda visão que eu tinha deles, como casal ou indivíduos. (pausa pra atender a gravação da companhia telefônica me dizedo que eu tenho mensagem de voz pra ouvir, mas não posso porque esqueci a senha). e como família, também. agora, tá mais claro que nunca que eles precisam mesmo é um do outro. eu e meu irmão somos o extra que resultou da relação deles. o extra que um dia vai embora, pagar as próprias contas, casar - eu, só no dia que a Legislação deixar -, se acidentar e descobrir que eu também tenho alguém que me ama, e que quando eu tiver cheio de pinos, ferros, trações e intervenções cirúrgicas, também vou ter alguém correndo atrás de hospital, de banco, de INSS, me dando banho e me visitando diariamente. quem sabe, só assim, vou entender o que faz um casal ficar juntos por 26 anos.

acho que é mais uma daquelas coisas que a gente só entende com o tempo, mesmo. nem a arrogância do alto dos meus 22 anos me permite fazer um rascunho sobre isso, essa coisa toda de amor incondicional e exclusivo. só sei que, até agora, eu achava que isso não existia. acho que eu tava errado, pelo jeito.

eu sempre apontei pro seu araújo com o desprezo inquisidor de todo filho que acha que não foi amado o suficiente. pra mim, ele sempre foi o Homem de Lata. distante, frio, vazio, desinteressado. minha surpresa foi saber que, sim, ele é o Homem de Lata - mas até o Homem de Lata tem um coração que sofre, que tem medo de morrer, que não quer ficar sozinho e que precisa de alguém. ele é tão frágil e carente e demanda tanta atenção quanto uma criança. eu não posso simplesmente exigir que ele aja como o pai perfeito se ele não sabe fazer isso. antes de ser o pai ideal, ele precisa amadurecer muito. e eu não tenho o direito de acusá-lo por não ter sido quem eu queria que ele fosse.

não sei como terminar; o assunto não acaba aqui. acho que vou deixar pra escrever o último parágrafo quando eu tiver de cama, debilitado, com alguém que tem me amado há 26 anos do meu lado. quem sabe, assim, vou ter o desfecho dessa história toda. e quem sabe, assim, eu entenda mais sobre amor, família, dedicação e paternidade. é como eu disse antes, é uma daquelas coisas que a gente só entende com o tempo, mesmo.
sexta - 6 de maio, 11h29min


eu sou de Libra. nasci e sempre fui de Libra. mas uma vez eu fiz o tal do mapa astral que disse que meu ascendente, Sagitário, pesava quase mais que meu signo original. e ultimamente, tô achando que eu sou mais arco e flecha do que balança, mesmo.

muitas vezes, quando leio meu horóscopo, não vejo nexo algum no que tá escrito em Libra comigo mesmo. mas quando leio Sagitário, faz bem mais sentido. e esse tipo de bobagem aqui, me convence que só nasci em Libra, mas sou regido pelo ascendente, mesmo.

não sei qual a importância disso.
quinta - 5 de maio, 11h12min


eu já sabia.

American Cities That Best Fit You:

65% Chicago
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55% Philadelphia
55% Washington, DC


quinta - 5 de maio, 11h02min

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