genial!

roubado da dani moreirão.
e eu preciso arquivar isso aqui, né.
terça - 6 de setembro, 11h20min


tirei extrato, ontem. 193 negativo.

CORRIJO MONOGRAFIAS
Faço correção textual de trabalhos de conclusão. R$ 0,50 a página. Tenho experiência. Entre em contato pelo e-mail ao lado.

é sério.
terça - 6 de setembro, 11h02min


"7 mil galinhas vivas caem de caminhão no RS
Um caminhão bateu e tombou na manhã de hoje em uma movimentada avenida de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, perdendo parte de sua carga: sete mil galinhas vivas - que bloquearam o tráfego.

Furacões, quedas de aviões, tsunamis, galinhas caindo de caminhões....tô dizendo, é o fim dos tempos".

by meu irmão.
segunda - 5 de setembro, 23h43min


os comentários andam divertidíssimos. parabéns, galera.

e eu tô com o cu na mão com a cadeira de Edição. com o cu na mão.
segunda - 5 de setembro, 21h32min


manga curta vermelha sobre manga longa branca - em 2005.

tô me sentindo meio que por fora. sobreposição já era, mesmo?
segunda - 5 de setembro, 11h33min


Homem, 22, solteiro

daqui a pouco faz um ano que eu tô solteiro. se bem que eu nunca me senti committed, mesmo quando com o giba. era um cara legal. gentil pacas. generoso, também. mas sabe quando tu tem a impressão que a coisa não tem muito apego? então. e esse distanciamento era recíproco. na verdade, o que eu quero dizer, é que até hoje eu não sei exatamente porquê estávamos juntos. nem porquê permanecemos juntos por três meses. mentira minha. sei, sim. eu permaneci por aqueles três meses porque, além de gentil e generoso, ele era, sobretudo, bom de cama. e esse é o meu ponto fraco - a cama.

quem me conhece sabe que eu não penso duas vezes quando se trata de ir para cama na primeira noite. é só ver se tem camisinha e - pimba! - mandar ver. algumas vezes, é uma bela merda. outras, é de tirar o fôlego. mas vida de solteiro é assim mesmo, né. e é essa incerteza do sábado seguinte que tem me cansado, ultimamente.

nem falo da expectativa sobre o "ligar no dia seguinte". porque se não quer, não quer e ponto. mas andei refletindo e vi que, talvez, sexo na primeira noite não precisa ser necessariamente a introdução de algo legal. e pensando nisso, me lembrei que eu tive relações bem legais com caras com os quais eu não transei na primeira noite. e outros que até - pasmem - não transei at all. senti vergonha quando percebi que desses eu havia esquecido. como se as únicas relações que contassem são aquelas em que a gente tira a roupa. não são. e saber disso é muito novo pra mim.

a crisinha, volta e meia, cita um verso da Paula Toller, da música "Derretendo satélites" que explica bem esse meu novo entendimento sobre sexo. "quanto mais tempo demora, mais violento vem". é, não duvido disso. e pago pra ver, também. o problema é o fator "tempo". o chamado da cama é forte, né. e eu adoro sexo. mas se dizem que sexo é melhor quando se tem um vínculo maior, meio que me empolga a tentar não trepar na primeira noite.

nem era pra escrever tanto, assim. ia ser só um postizinho chumbrega sobre a possibilidade de começar a tentar criar vínculo antes de trepar. mas quando o assunto é sexo, eu não consigo falar pouco. gosto de falar sobre isso tanto quanto gosto de fazer. mas o legal mesmo é encontrar alguém que também goste - tanto de falar quanto de fazer. deve ser isso que chamam de "vida de solteiro", né?
segunda - 5 de setembro, 11h24min


adoro as definições de tipos humanos (também conhecidas como "nichos de mercado") sob a égide do marketing.

"Com pesquisas quinzenais de mercado, a empresa não só delineou o perfil dos apreciadores de Polar como identificou as situações nas quais a cerveja era mais requisitada. `É aquele cara que vai à Cidade Baixa (bairro boêmio de Porto Alegre) e que estuda Jornalismo, tem entre 24 e 25 anos e muita personalidade. É intelectual, mas sem ser careta. Moderno, mas sem ser modista´, descreve Alexandre Macedo, gerente de produto da Ambev".

mais, aqui.
domingo - 4 de setembro, 12h03min


artigo novo.

Cortiço virtual

Publicado em 1890, “O cortiço”, de Aluísio Azevedo, é importante referência para o Naturalismo – tendência literária do final do século XIX, que vale-se da descrição de personagens e espaços à luz de idéias científicas e sociológicas que despontavam na Europa de então. A obra trata da instalação de uma estalagem urbana sob iniciativa de um comerciante português, chamado João Romão. Ao longo da história, somos apresentados a tipos caricatos que passeiam pelas vielas do cortiço, fazendo-o respirar com promiscuidade, inveja, crime e miséria. Para a surpresa dos leitores de 2005, “O cortiço” se mostra não somente como um testemunho da urbanização mal planejada num Rio de Janeiro de final de século XIX, mas também como um indício de que o espírito de comunidade persiste e se adapta às ferramentas modernas de uma sociedade virtual.

Atualmente, o Orkut é a mais popular opção para pertencer a um grupo “real” através dos meandros virtuais. Assim como o cortiço de Aluísio Azevedo, o Orkut, expressão virtual de um sentimento de comunidade, tem personagens, grupos, vizinhos e espaços de discussões. “Cruzavam-se conversas em todas as direções, discutia-se a berros, com valentes punhadas sobre as mesas. E sempre a sair, e sempre a entrar gente, e os que saiam, depois daquela comezaina grossa, iam radiantes de contentamento, com a barriga bem cheia, a arrotar” - enquanto a obra de Azevedo nos apresenta a venda de João Romão como um espaço democrático de discussões, o Orkut tem seus grupos e comunidades de personagens com interesses afins, que também berram pontos de vista e arrotam afirmações.

De 1890 a 2005

O Orkut cria a ilusão de estarmos “por dentro” do que ocorre no nosso microcosmo social, de que somos sujeitos em um meio que nos diz respeito. “(...) o prazer animal de existir, a triunfante satisfação de respirar sobre a terra”, são as impressões que descrevem a satisfação de pertencer a um cortiço, descritas em 1890, por Aluísio Azevedo, cabíveis também ao analisarmos o Orkut como um espaço de convivência. Porém, o que diferencia o cortiço ficcional de Azevedo do cortiço virtual do qual tantos fazem parte, é o método de inserção ao meio. Na história, os moradores da estalagem alugam casinhas de Romão e têm direito ao uso gratuito das tinas de lavar roupas. No cortiço moderno, habita-se apenas através do convite de quem já o freqüenta. Mesmo com essa seleção fraudulenta de moradores, o Orkut cresce e expande-se em progressão geométrica: “E naquela terra encharcada e fumegante, naquela umidade quente e lodosa, começou a minhocar, a esfervilhar, a crescer, um mundo, uma coisa viva, uma geração, que parecia brotar espontânea, ali mesmo, daquele lameiro, e multiplicar-se como larvas no esterco”. É assim, com tanta vivacidade imagética, típica do Naturalismo, que Aluísio Azevedo descreve o crescimento da comunidade retratada em “O cortiço”. E é assim que ele descreveria o Orkut, se estivesse vivo. E, se além de vivo, estivesse online.

O cortiço de Aluísio Azevedo é o microcosmo de um Rio de Janeiro do século XIX, então Capital da República. O cortiço moderno também situa-se na capital da República – esta, a da informação: a Internet.

A rede mundial de computadores, desde sua gênese, tem a propensão a estimular o contato entre indivíduos. O Orkut é só mais um passo nessa direção. Entretanto, o marcante desta ferramenta é o uso que seus habitantes têm feito de sua capacidade de comunicar. Ao invés de personagens procurarem por personagens em cantos escondidos do mundo, há um exercício na direção oposta – no fomento às relações nas comunidades locais. Tendo o mundo a um clique do mouse, escolhe-se a vida em gueto. Com o exercício da vida local, renuncia-se à vida global. Para os habitantes do cortiço, seja ele aquele representado na ficção de Azevedo ou o outro, o Orkut, pouco importa o que ocorre fora de seu perímetro de vivência. Para as lavadeiras fofoqueiras de “O cortiço”, a vida do vizinho parece muito mais interessante que qualquer outra realidade fora daquela comunidade.

Lavadeiras online

Assim como a vida à beira das tinas de lavar roupas de “O cortiço”, o Orkut também é um espaço para constatações não-oficiais, conclusões apressadas ou, melhor dizendo, a popular e tão exercida fofoca. É enfadonho pensar que as lavadeiras da obra de Azevedo, como Augusta Carne Mole, Leocádia e Marciana, ainda encontrariam espaço, em 2005, para o exercício da especulação sobre a intimidade alheia. Porém, quando se vive num cortiço, seja ele real ou virtual, o direito à privacidade é discutível. A proximidade entre as pessoas, mesmo que restrita a um site de relacionamentos, sempre gera alguma exposição da própria intimidade. E as deduções que terceiros fazem disso é o que torna o Orkut semelhante ao cortiço retratado por Aluísio Azevedo.

“O cortiço” é uma história sobre a vida em comunidade. Desde que o homem passou a alojar-se em grupos, formando, mais tarde, as cidades, a convivência com o outro tem sido assunto recorrente nas artes e nas ciências. Por isso, a ficção de Aluísio Azevedo ainda expressa os valores, os desejos e os medos dos indivíduos que compartilham os mesmos espaços. “O cortiço” serve como lente de aumento das relações humanas – sejam elas reais ou virtuais. As lavadeiras da obra de Aluísio Azevedo continuam exercitando sua verborragia crônica. Só que hoje, elas não metem as mãos dentro de tinas de água fria. Elas sentam-se na frente do computador e vasculham a vida alheia, por horas a fio. Afinal, são muitas as páginas com perfis pessoais, no Orkut.
sábado - 3 de setembro, 18h38min


F-f-f-fashion

recebi hoje material de divulgação da coleção verão 2006 da Adriana Barra que é o ôro. uma caixa em forma de vaquinha leiteira que traz, dentro, um daqueles joguinhos de abre-fecha-abre-fecha-abre-fecha que te diz alguma coisa que tu deve fazer. bem bacana, bem lúdico, bem colorido e bem divertido. o único problema são as instruções, no fundo da caixa - seis linhas de texto, dois erros de português. é o que acontece quando se deixa um publicitário chegar perto do telcado alfabético.

meu amigo de SP, Eduardo Sguerra, desfilou suas criações produzidas em coletividade na Casa de Criadores, em SP. estilista da turma criativa do primeiro capítulo do desfile, denominado Constructo, os looks parecem propor uma solução à vida moderna, que nos faz carregar tralhas e mais tralhas pra cima e pra baixo. são roupas brancas com bolsões enormes, e, segundo o site da Gloria Kalil, têm um "jeitão tecnológico". passa e dá uma olhada nas fotos.
quinta - 1° de setembro, 23h20min


Eva Longoria é mais sexy da TV em todos os tempos

tem meu voto. e aproveito pra fazer um adendo ao post abaixo.

In
- Desperate Housewives
quinta - 1º de setembro, 16h


O in e o out, segundo eu mesmo

porque eu sei que quero e acho que posso.

In

- moda esporte (especialmente a de influência futebolística);
- Human League (diz que vai tocar em SP, mês que vem. diz também que eu não tenho dinheiro pra ver);
- ruivos (Danny Elfman, do Oingo Boingo, Adam Savage, do Mythbusters, e Amarante, do Los Hermanos. precisa mais?);
- ligar no dia seguinte;
- filmes adolescentes dos anos 80;
- homens croatas.

Out

- Marilyn Manson (a mesma coisa de novo, mais uma vez, novamente);
- bissexualidade (vai enganar o padre, vai);
- "reality" show;
- depilar o peito (para os homens, né);
- Tom Cruise;
- a namoradinha sem sal do Tom Cruise.
terça - 30 de agosto, 22h15min


eu sonhei que eu morri pisoteado pelas Spice Girls. duas delas usavam plataformas.
terça - 30 de agosto, 21h57min


Watch me Change

a GAP tá com uma campanha online chamada Watch Me Change, que te permite construir a tua própria versão virtual, estilo The Sims. dá pra escolher os fenótipos e as roupas do boneco e, no final, tu vê ele dançar e trocar de roupa. depois do showzinho, o simulacro sai andando todo esperto, cheio da manha. e esse aí sou eu.

passa . é bem legal.
segunda - 29 de agosto, 23h22min


porque eu tô aprendendo, né

grosseria consciente e voluntária não tem perdão. não tem, não tem, não tem e não tem.
segunda - 29 de agosto, 20h44min


tá rolando uma Balonê básica, aqui no pc.

Oh Mickey, what a pity you don't understand
You take me by the heart when you take me by the hand
Oh Mickey, you're so pretty, can't you understand
It's guys like you Mickey
Oh, what you do Mickey, do Mickey
Don't break my heart, Mickey

domingo - 28 de agosto, 11h57min


"Sabe quando tu lê obviedades sobre Teoria Política escritas de uma forma tão complexa que tu acaba enxergando metáforas de relacionamento nelas?"

by cris.
quarta - 24 de agosto, 16h15min


artigo novo.

Terror Além de Amityville

em 1995, eu li Terror em Amityville, de Jay Anson, com o coração saindo pela boca. me lembro que fiquei chocado, virava cada página dividido entre querer fechar o livro e continuar lendo para saber como acabava. ia dormir igualmente dividido - entre o horror das imagens que a história criou na minha cabeça e o conforto de saber que era apenas um inocente livro. e agora, passaram a história para telona e sei que não preciso assistir.

ainda tenho inúmeras cenas de Terror em Amityville muito vivas na cabeça. a cena da alma penada sentada no sofá da sala, dos barcos agitados no píer, das moscas amontoadas sobre uma vidraça de um quarto abandonado, e, claro, do final, em que a família sai correndo porta afora, deixando a casa na mão de toda aquela gente morta e ruim. Terror em Amityville estabeleceu a minha idéia de horror humano, de crueldade e rancor. isso, óbvio, seis anos antes do 11 de setembro.

a história - real - fala de uma família chacinada por um de seus filhos e da permanência dessas pessoas no local de sua morte. insistentes e ressentidos, decidem expulsar os novos inquilinos à força, valendo-se de suas armas de terror, como alucinações auditivas e visuais. história batida para o público de 2005, é fato. mas Terror em Amityville vai mais fundo, mostrando que, às vezes, o terror pode vir de dentro do seio familiar e social, assim como o atual cenário diplomático mundial. afinal, árabes e ocidentais convivem no mesmo espaço, com a penetração efusiva de uma cultura pela outra - "nós" e "eles", os "vivos" e os "mortos". história boa tem conflito e conflito é o que não falta em Terror em Amityville.

dez anos depois, Terror em Amityville me volta com a perspectiva do terror no plano global. agora, aquela família de Long Island, que empolgadamente adquire uma propriedade em Amityville, representa o medo do desconhecido. como lutar contra o que não vemos? almas penadas não temem a ameaça da morte por já estarem mortas. terroristas suicidas também. estes, morreram quando se entregaram às instituições globais de terror. não temem nada por não terem nada a perder - nem a própria vida.

o terror sempre rende assunto. até mesmo para as produções de Hollywood que não pretendem nada mais que dar uns belos sustos, no escuro do cinema. afinal, seja na tela grande, nas páginas de um livro ou na CNN, o desconhecido sempre nos assusta. é dele que temos medo, é dele que fugimos. o problema é que, às vezes, na vida real, ele nos pega de jeito. e aí, não adianta fechar o livro nem esperar as luzes da sala se acenderem. o terror real não tem capa dura nem créditos de produção, mas tem um autor e um diretor bem competentes. Para o azar de todos nós.
quarta - 24 de agosto, 14h


"É impossível impedir o avanço de uma língua. Quando cheguei aos EUA, em 1992, havia uma lei que permitia somente o uso de inglês em escolas e repartições. Hoje essa lei caiu por força das circunstâncias culturais. Só no set de Um Dia Sem Mexicanos, metade do elenco americano e mexicano falava tanto inglês como espanhol. É inevitável."

entrevista com Sergio Arau, diretor de "Um Dia Sem Mexicanos". aqui, ó.
quarta - 24 de agosto, 12h56min


"Quando a Carênica é a Regra" tá perdida lá no meio da editoria de relacionamentos, "e-u n-ã-o t-e a-m-o m-a-i-s", do Pessoas do Século Passado. nova edição online - um pouquinho atrasada, mas bem bacana.
quarta - 24 de agosto, 11h05min


o last.fm marca todas as minhas músicas e artistas ouvidos recentemente e os organiza por ordem de maior execução no meu winamp. segue lista de alguns dos mais tocados no meu pc.

1 Goldfrapp
2 Marilyn Manson
3 Spice Girls (não pergunte)
4 Garbage
5 Eminem (de novo, não pergunte)
6 Britney Spears (du-vi-do que nenhum de vocês tenha Toxic em mp3, bem escondidinho no computador)
7 Roxette
8 Robbie Williams
9 Michael Jackson
10 ABBA
11 The Offspring (eu gostava quando tinha 13, 14. na época, eu não passava de um punheteiro)
13 Franz Ferdinand (beeeeem atrás das Spice Girls. também não entendo)
14 Chloe Sevigny/Felix da Housecat/Macaulay Culkin/Pop Tarts/Seth Green
16 Madonna
17 Cake
18 The Jackson 5
19 The Strokes
20 - DELETADO -
21 Ministry
22 U2
23 Marvin Gaye
24 - DELETADO -
25 Blondie
26 - DELETADO -
27 Erasure
28 Collective Soul
29 Gwen Stefani
30 - DELETADO -
31 Benny Benassi
32 Scissor Sisters
33 Keane
34 Vive La Fête
35 Tom Jones & The Cardigans
36 - DELETADO -
37 - DELETADO -
38 Cansei de Ser Sexy
39 Alphaville
40 - DELETADO -

N.A: as posições indicadas como DELETADO são, na verdade, aquelas mp3 que eu tenho vergonha de dizer que tenho no meu pc.
terça - 23 de agosto, 20h27min


meu irmão tá se formando em Turismo. vou sugerir pra ele mudar o assunto do tcc.

Turista gay gasta mais que hetero, diz estudo da Filadélfia

a propósito, o tal do Rod Scorpion, cada vez mais espirituoso nos meus comments, é ele mesmo - meu irmão.
terça - 23 de agosto, 20h05min


eu marco compromissos sociais pra semana que vem como se a minha agenda realmente estivesse muito cheia.
terça - 23 de agosto, 15h07min


eu comprei um novo escapulário na sexta. passei o fim de semana inteiro pensando em sexo. alguém explica?
domingo - 21 de agosto, 20h03min


sem planos de sair de casa, por enquanto. então, aí vai.

Volume total de músicas no meu computador:
248 MB de músicas que não tenho em cd.

O último CD que eu comprei:
Lest we forget - The Best of Marilyn Manson, versão dupla com todos os clipes em dvd. a glória.

Música tocando no momento:
Blondie - Heart of glass.

Cinco músicas que eu tenho ouvido bastante nos últimos dias:
Michael Jackson - Billie Jean. uma das melhores.
Garbage - Bad Boyfriend. primeira faixa do último álbum. um perigo.
Goldfrapp - Strict Machine. a vocalista tem uma coisa meio Debbie Harry, sim.
Marilyn Manson - Personal Jesus. mais um cover dos anos 80, né.
U2 - Vertigo. uno, dos, tres, catorce. nunca entendi isso.
sábado - 20 de agosto, 13h36min


polar geladinha em mãos, carteira de L&M fechadinha, Marilyn Manson bem alto no som - a noite (em casa) promete.
sexta - 19 de agosto, 21h09min


mais, sobre eu mesmo, agora

A hora é: 18:59;
Eu estou vestindo: jeans tradicional, converse vermelho, blusãozim cinza com duas listras pretas horizontais, no peito;
Cheiro: bolacha de chocolate;
Cabelos: caindo;
O que eu estou fazendo: me preocupando com o que não merece minha preocupação;
O que eu estava fazendo: ligando pra melina diehl daqui do serviço;
Eu estou ouvindo/assistindo: globonews;
Eu estou pensando: que tem homem me logrando - ah, tem sim;
Estou comendo/bebendo: bolacha de chocolate
Estou pretendendo: não sei, tô louco. tem homem me logrando, detesto isso;
Eu estou: louco;
Clima na cidade: não tenho a mínima.
sexta - 19 de agosto, 19h


Minutos de sabedoria

se meu celular fosse roubado, eu perderia uma boa quantidade de telefones de caras que eu não deveria lembrar.
quarta - 17 de agosto, 18h


Padre católico defende show de Marilyn Manson na Croácia

o mundo dá voltas. mais, aqui.
terça - 16 de agosto, 15h33min


Análise político-musical do Brazil


Brasília, 16 de agosto de 2005

"Já conheço os passos dessa estrada/Sei que não vai dar em nada/Seus segredos sei de cor"
Retrato em Branco e Preto, de Chico Buarque
terça - 16 de agosto, 13h54min


sapatas na frente, de novo.
terça - 16 de agosto, 11h02min


O melhor emprego do mundo, segundo eu mesmo

ser pago pra gerenciar a própria vida social, afetiva e sexual - com hora extra, vale-refeição e carro da empresa te pegando na porta de casa, a hora que for preciso.
segunda bunda - 15 de agosto, 12h50min


ontem não teve trabalho porque foi feriado. resolvi arrastar a tininha pro almoço e depois, Willy Wonka no Iguatemi. ela tá sem tomóvel, então aproveitou a ocasião pra exercitar um pouco o seu direito à mobilidade urbana pública e coletiva. depois, whisky nacional no Entreato, com a clarissa e a mel. teve jazz, fotos da Índia pelas paredes e meu telefone na comanda pro garçom ver. não sei se viu. qualquer coisa, volto lá pra perguntar.

acabamos a noite no Fina Brandão, irresestivelmente altos e bem vestidos.

feliz dia do advogado pra todos.
sexta - 12 de agosto, 13h12min


Exclusivo: Deborah Secco confessa que é burra

a atriz, sobre o Falcão, do Rappa:
"às vezes, ele fala de um jeito incompreensível. eu me lembro de que, no começo do namoro, eu tinha quase que usar um dicionário."

mais, aqui.
quarta - 10 de agosto, 12h57min


já disse isso mas repito: susan miller sabe das coisa.
quarta - 10 de agosto, 11h30min


"Sex, subversion, style, humour, songs: great pop music’s greatest components. And Goldfrapp have always known it."

ouçam. tirem a roupa e ouçam.
terça - 9 de agosto, 23h20min


enquanto isso, lá em Portugal....
terça - 9 de agosto, 13h22min


o dia começou bem porque:
1- eu encontrei minha segunda-pele, perdida na gaveta;
2- o meu melhor jeans tá limpinho e passadinho;
3- eu descobri que aquele blusão langanhento fica bonito se eu apenas dobrar a gola pra dentro;
4- minha pele tá boa;
5- por conseguinte, meu humor também.
terça - 9 de agosto, 11h25min


ó.
sexta - 5 de agosto, 18h26min


eu achava que o kitsch já era. mas aí eu conheci o Fina Brandão - barzinho novo na João Alfredo.
sexta - 5 de agosto, 13h


Who took the Bomp from the Bompalompalomp?
Who took the Ram from the Ramalamading dong?

era exatamente isso o que eu queria dizer. o Le Tigre sabe o que fala.
sexta - 5 de agosto, 11h17min


Carta aberta ao sr(a). Anonymous

Caro Anonymous,

Não escapou da minha atenção a tua insistência nos meus comentários, referindo-se a um passado que eu nem sei se tive contigo, porque, ora bolas, eu nem sei quem tu é. Se te é tão importante lembrar eventos e vivências comigo, por favor, utilize o campo comments com propriedade e identifique-se.

Se é a exposição que temes, ou a incerteza da minha reação ao identificar-se publicamente, saliento a existência de um link "contato" - aqui do ladinho, tá vendo? Ali tem o meu e-mail, para onde podes escrever sem expor-se. Te garanto que terei prazer em te responder. Claro, se tu assinares o e-mail, né?

Obrigado pela atenção, amigo oculto. Aguardo contato.
quinta - 4 de agosto, 12h50min


ah, não!
quinta - 4 de agosto, 12h34min


Eu não tenho vergonha na cara

eu dou toque a cobrar na minha terapeuta. ela sempre retorna.
quarta - 3 de agosto, 13h57min


LEMBRETE

escrever é pensar. e segundo a minha mãe e o Assis Brasil, nem sempre pensar é bom. logo, nem sempre escrever é bom.

ia postar, mas apaguei.
quarta - 3 de agosto, 13h10min


dois contos meus, aqui.

o Zé Dirceu e o Bob Jeff ontem estavam o máximo, né? ironias, deboches, picuinhas, rancores à mostra ao vivo, em cadeia nacional. quem tem CPMI na tv não precisa de circo.
quarta - 3 de agosto, 10h24min

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