"Veja bem, o verbo é dizer. Isso significa que prefiro mostrar através de um sorriso, ao estender a mão, nas conversas, nas risadas. Ou seja, coisas impossíveis de se fazer no ambiente virtual, né? E depois, vamos dar o devido peso às coisas: declarações de amor e de afeto são muito importantes para estarem misturadas às bobagens que as pessoas escrevem no Orkut!"

por Adriana Baggio, no Digestivo Cultural. artigo na íntegra aqui.
quinta - 6 de outubro, 11h12min


"Sharon Stone defende Kate Moss após escândalo da cocaína"

ela pode tudo. a Sharon Stone, não a Kate Moss. leia mais.
terça - 4 de outubro, 12h52min


"se tu acha ruim ser discriminado por fazer jornal na ulbra, porque o profissional não é valorizado, imagina fazer turismo e ser taxado de vagabundo o tempo inteiro. a vida é assim, o que vale são os rótulos, não as substâncias. então se tu não vai em tal lugar, não usa tal roupa, não estuda em tal universidade, tu não presta."

by rod scorpion, aka mermão.
terça - 4 de outubro, 11h57min


Nós e eles

pedi por email o endereço do blogue de um conhecido porque sei que o cara tem um texto bacana, é esperto e sempre tem um ponto de vista que acrescenta algo às conversas. ao ler seus posts, confirmei o que já pensava sobre o autor. mas aí, me deparei com uma frase que me deixou com a pulga atrás da orelha. ele criticava o editorial de uma revista que teria sido cunhado por alguém que “cometeu a faculdade de jornalismo da Ulbra”. assim mesmo, como quem comete um crime ou pecado capital. imediatamente, me veio à cabeça todas as outras vezes em que estudantes de jornalismo da Ulbra foram desdenhados, subestimados ou - crime igualmente grave – generalizados. parei pra fumar e pensar quantas vezes nós nos apressamos em generalizar realidades. quem de nós nunca comete esse crime?

sempre que me perguntam onde eu estudo, murmuro entre dentes “na Ulbra”, porque já imagino que a resposta será “oh... sinto muito”, ou algo do gênero. nos círculos que eu freqüento, e até daqueles que eu não participo, a Comunicação Social da Ulbra é reconhecida como uma faculdade menor, onde seus acadêmicos não têm a mesma capacidade, inteligência e pré-requisito dos estudantes da Puc ou da Ufrgs. eu sei que a minha universidade não é a melhor que eu poderia cursar, mas o que me incomoda é ser encaixado na mesma categoria de alguns pouco capacitados que cursam a mesma faculdade que eu, naquela mesma universidade.

a Ulbra não tem um histórico de investimento em pesquisas ou em laboratórios experimentais. eu não tenho orgulho de cursar Jornalismo lá. e quando paro pra me lembrar que ao ser perguntado sobre onde estudo, eu murmuro “na Ulbra”, até considero que tenho vergonha. mas não da universidade em si, mas de ser generalizado e sentenciado à mesma categoria que muitos jornalistas em formação lá se encaixam – categoria compartilhada por muitos estudantes da Puc ou da Ufrgs, porque não é a faculdade que forma o profissional, é o próprio estudante que se forma. e quando se é condenado por “cometer” uma faculdade específica, não se tem muito espaço pra debater.

espera-se menos de mim, só porque eu curso Jornalismo na Ulbra? se sim, de que vale o currículo off-universidade que eu construí ao longo desses anos? e aproveito pra salientar que quem espera pela faculdade pra ter um currículo de destaque, não se torna profissional nem à força. por isso, acredito que no final das contas, pouco importa se o teu diploma é da Ulbra, Puc ou Ufrgs. o que conta mesmo é o interesse individual do estudante em formar-se um profissional adequado para um mercado em que a profissionalização nunca termina. e as generalizações sobre os acadêmicos de certas universidades desconsideram essa realidade de eterno crescimento, estabelecendo que todos os estudantes de, no caso, Jornalismo da Ulbra jamais poderão contribuir com o mercado ou com a profissão. eu não “cometo” a faculdade de Jornalismo da Ulbra. eu a curso há alguns semestres, e a considero apenas como mais um passo na minha formação. eu agiria e pensaria da mesma forma se estudasse na pontifícia católica ou na federal gaúcha. é isso o que diferencia um profissional em formação de um mero estudante de universidade.

generalizações são crimes que desconsideram a realidade. sutis ou explícitas, são sentenças que não dão margem ao diálogo e não permitem a reflexão sobre as diferenças. dividir o mundo em “nós” e “eles” é muito fácil. e quem faz isso, não tá aberto às inúmeras possibilidades que a vida em sociedade traz. isso não quer dizer que eu vou começar a bradar pela rua “eu adoro a Ulbra! eu adoro a Ulbra!”, mas a Ulbra é a universidade que eu freqüento e é por lá que eu pretendo conquistar meu diploma de Ensino Superior. claro, sem esquecer que só o diploma não vai me trazer nenhum extra profissional. só espero que os estudantes da Puc e da Ufrgs também saibam disso.
segunda - 3 de outubro, 17h16min


que dia! que ano! que vida!
sábado - 1° de outubro, 11h35min


by the way, "plasmitático" é o mesmo que "pasmo e estático". invenção de algum gênio dos léxicos.
sexta - 30 de setembro, 16h57min


jornal capixaba manda leitor "sifu". tô plasmitático. é bacana, leiam.
sexta - 30 de setembro, 16h55min


matéria sobre o referendo do desarmamento, aqui. bem explicativa e esclarecedora. Bumerangue! recomenda.
sexta - 30 de setembro, 16h39min


"Cientistas desvendam mistério da areia movediça

A areia sedimentada fica, então, tão compacta que seria impossível para um objeto com a densidade do corpo humano submergir totalmente."

e eu morria de medo de cair numa areia movediça, quando era pequeno. vou poder domir em paz, finalmente. mais, aqui.
quarta - 28 de setembro, 21h26min


posso contar um segredo?
eu tô com o cu na mão.
quarta - 28 de setembro, 20h48min


"me lembra do dia em que eu caí ao subir no ônibus, me ralei toda e só não fiquei de quatro por que bati de cara na bunda de uma gorda. nada disso é importante, vergonha passa, feridas fecham - mas correram dois fios no joelho da calça nova e cara que eu estava usando."

by dani moreira, no friends only, porém.
quarta - 28 de setembro, 20h46min


"sério... tô comendo um monte desde ontem. eu acho que só sou magra porque tenho muito problema".

by cris, via messenger.
terça - 27 de setembro, 21h49min


Black or White do MJ é a música do século. tô dizendo.
terça - 27 de setembro, 21h36min


Teste Inaugual do Baitolômetro Bumerangue!

saiba o nível de baitolice de personalidades que não querem sair do armário!

TESTE 1: Luciano


diz a ex-mulher que ele é bai-to-la. eu e metade de Goiás também achamos. acho mesmo que ele é chegado num peão de calça jeans surrada e justinha, barbinha por fazer e peito cabeludo. veja o resultado do teste abaixo.

e subindo.
terça - 27 de setembro, 11h51min


e por falar nisso - não em beatles nem em adorno, mas em dani moreira - tô pensando em ira pra sampa no recesso judiciário de dezembro. quem sabe umas duas semanas? que tu acha?
sábado - 24 de setembro, 18h33min


"você percebe que é realmente muito pedante quando começa a fazer piadas do tipo: `quem não gosta de beatles é por que leu adorno demais´.
você percebe que está entre amigos quando eles realmente acham graça."

by dani moreira.
sábado - 24 de setembro, 18h30min


eu não leio críticas. pouco me importa o que um tem a dizer sobre qualquer obra. mas essa crítica aqui sobre Manderlay, a continuação de Dogville, tá ducacete. leiam.
quinta - 22 de setembro, 14h02min


o cara sabe que é pop quando vira referência no answers.com.
terça - 20 de setembro, 22h53min


"McCartney pensa em mudar nome de música por causa da idade"

ele é um bundão. mais, aqui.
quinta - 15 de setembro, 11h59min


"2) Ambiente: Provador de loja. Duas ladies ao lado do meu provador, trocam de roupas e comentam as peças freneticamente, quando uma comenta: `gostei muito dessa calça, mas melhor eu ir pra casa e pensar, não gosto de fazer as coisas NO PULSO´. A acompanhante concordou, que era sempre melhor pensar bem".

by lisiane pratti, que já tá linkada aí do lado.
terça - 13 de setembro, 20h37min


Jogando a Mamãe do Trem

esse ano, eu tive a minha primeira crise literária. começou em abril e terminou semana passada. e só fui me dar conta que se tratava de uma crise literária ontem, mesmo. por um lado, fiquei tranqüilo porque sinto que passou e sinto que agora entendo o que aconteceu. por outro, me sinto levemente apreensivo por não saber o que vem pela frente.

lá pelo início de abril, eu comecei a pirar. enlouqueci legal. desisti de dormir, não conseguia ficar quieto, tava sempre tenso. rolaram até uns ataques de pânico no ônibus, no serviço, no café das garçonetes mal-comidas. diante daquela loucura toda, que me parecia completamente sem propósito, voltei pra terapia. sábia decisão, essa minha.

um mês com dra. lourdes me ajudou a perceber o quê que tava pegando, na minha vida. eu percebi que eu estava perdendo completamente o interesse por escrever. eu, que havia lutado tanto pra chegar até aqui. eu, que respirei somente criação literária nos últimos dois anos. sabe quando tudo aquilo pelo qual tu lutou para conquistar de repente perde o sentido? me dedicar às letras simplesmente passou a ser desimportante. pirei, né.

mas pirei mesmo por causa da pressão que eu me colocava. eu vivia num estado constante de ansiedade elevada. tão constante que eu já nem a percebia, mais. era quase um relacionamento - eu era casado com a minha ansiedade. e essa pressão constante por ter que fazer, ter que produzir, ter que ser, ter que lutar, ter que, ter que, ter que, foi além do que meu corpo poderia suportar. disso, vieram os ataques de pânico. hoje eu dou risada, mas foi bem cabeludo, esse período.

outro dia, eu revi um filme que me ajudou a perceber que o que tava pegando com o meu súbito desinteresse por escrever era só uma crise literária. uma comédia dos anos 80, com o Billy Cristal e o Danny DeVito, chamada "Jogue a Mamãe do Trem". no filme, o personagem do Billy Cristal é um escritor numa crise que já dura dois anos e que, pra se manter, dá aulas numa oficina literária. ele tá empacado na primeira frase do primeiro capítulo de seu romance. "a noite estava úmida... não, a noite estava quente... não, a noite estava enevoada...também não". eu entendi perfeitamente o que ele tava passando. a partir disso, entendi perfeitamente o quê que tava pegando comigo. assim como o Billy Cristal em "Jogue a Mamãe do Trem", eu estava passando por um período em que eu não deveria escrever e estava forçando a barra. e isso, colega, nunca dá certo. quando não tem que ser, não tem que ser e ponto.

eu forcei tanto a barra que não me reconhecia mais. comecei a questionar qual era o sentido de continuar escrevendo, refletindo sobre o comportamento humano, sobre as relações, sobre o concreto e o abstrato. eu esqueci que escrever é arte, e arte não é um trabalho técnico, em que tu senta na frente do computador, escreve um artigo de quatro mil caracteres, e sempre fica bom, como se fosse uma fórmula. se escrever tivesse fórmula, qualquer zé mané seria escritor. e esse que é o barato da coisa.

um dia, o Assis, tão querido mestre da oficina, me ouviu suspirando na frente do computador, enquanto espremia o teclado pra ver se saía um conto. ele levantou a cabeça e disse: "não te preocupa. trinta anos depois e eu continuo suspirando". quer dizer, se nem o Assis Brasil, tampouco o Billy Cristal em "Jogue a Mamãe do Trem", tão livre de não conseguirem, quem sou eu pra exigir de mim mesmo que eu consiga sempre, com o mesmo sucesso? esse era o X da minha questão, dos meus ataques de pânico, das minhas noites mal dormidas, dos muitos cigarros queimados nesse período. e só fui entender isso agora, depois de rever o filme do Billy Cristal.

a única diferença entre a minha situação e a história do filme é o quê será jogado do trem. na película, é a mãe do Danny DeVito - bruxa velha e mal amada. na minha vida, é a minha ansieade. e só agora eu posso afirmar que finalmente consegui jogá-la do trem. tô andando tão mais leve, porque, caramba, ansiedade é carga extra que ninguém precisa carregar. acho que vai ser bem mais tranqüilo de seguir por essa ferrovia, agora. pelo menos, assim espero.
terça - 13 de setembro, 11h50min


Pelas esquinas da www 2

baixei o Google Talk e gostei bastante. não tem aquelas frescurinhas todas do MSN Messenger que me irritam pra caramba. um ponto fraco, porém: não dá pra trocar arquivos. mas tem um ponto forte: a qualidade sonora nas conversas por microfone. Bumerangue! recomenda.
domingo - 11 de setembro, 21h02min


Pelas esquinas da www

o answers.com, melhor enciclopédia online da história, tá melhor ainda. tu baixa um programinha que, ao clicar em qualquer palavra da tela do computador, segurando o ALT, ele abre direto no answers.com, em uma nova tela, com a página referente àquela palavra que tu clicou. acho que isso marca o fim das notas de rodapé. e de qualquer independência ao computador, também.
domingo - 11 de setembro, 20h55min


decupando 28 minutos de entrevista há duas horas.

chega, né?
sábado - 10 de setembro, 17h


Quem você é em "Desperate Housewives"?

saiba que personagem principal de DH você é, de acordo com suas idiosssincrasias.


Bree Van de Kamp
Incapaz de falar das próprias fraquezas, Bree Van de Kamp se esconde por trás dos afazeres domésticos e dos valores familiares. Nenhuma casa de Wisteria Lane tem um jardim tão bonito quanto a sua. E, naturalmente, nenhuma família do bairro tem uma felicidade mais forjada que a sua. Bree eleva os valores de "Tradição, Família e Propriedade" à enésima potência. E se pra mantê-los tenha que jogar sujo, ah, pouco importa.


Edie Britt
Narcisista até não poder mais, Edie é, sobretudo, uma vagina insaciável. Tem os peitos e as pernas mais à mostra do bairro. Sabe o que quer – e geralmente é homem – e sabe como conseguir. Tem cara de maçaneta de banheiro: todo mundo já passou a mão, vez que outra. E ela não se importa nem um pouco com isso.


Susan Mayer
Mãe solteira, não dá há anos e lamenta isso – apesar de fingir que não. Detentora de uma autocomiseração bem gorda, ela faz cagada atrás de cagada. Tem um coração enorme, mas não sabe muito bem o que fazer com tudo isso. Susan é a azarada do bairro. Passa os dias suspirando, lembrando de uma época que já acabou e esperando uma que está por vir. Quer dar pro vizinho encanador, misterioso e gostosão, mas se esqueceu como é que se chega em homem. Pra sua sorte, é exatamente isso o que a torna atraente.


Gabrielle Solis
Ex-modelo, latina e casada com um chicano que enriqueceu por vias obscuras. Um dia, entediada com a vida de madame rica, julgou sensato dar pro jardineiro – um estudante de Ensino Médio gostoso pacas. O problema é que a aventura virou hábito. O que depois virou paixão - pelo menos por parte do jardineiro. Gabrielle não quer largar a vida boa com o maridão, tampouco as trepadas bacanas com o rapazote que, detalhe, é filho da vizinha. Não existe mundo fora de seu umbigo e não tem qualquer interesse pelo próximo. A não ser que esse próximo lhe encha o armário de roupas de marca. Ou que sacie sua ânsia por aventuras sexuais.


Lynette Scavo
Ela toma boleta pra dar conta dos quatro pirralhos atentados que deixam a sua vida atual bem distante daquela que costumava ter, antes de engravidar. Executiva de alto nível, ganhava três vezes mais que o marido. Hoje, passa os dias em função dos moleques que sofrem de déficit de atenção. Mente dizendo que ser mãe é o melhor emprego do mundo e lamenta, entre uma boleta e outra, ter decidido laragar a sua vida em detrimento de outros. No caso, dos quatro cavaleiros do Apocalypse.


sexta - 9 de setembro, 22h34min


eu sonhei que eu era o apresentador de um game show com celebridades tupiniquins. os convidados do programa em questão eram a Cissa Guimarães, o Arnaldo Jabor e o Severino Cavalcanti.

eles tinham que responder questões sobre conhecimento gerais. quem errava, levava torta na cara. a Cissa Guimarães, coitada, era a mais burra. tava com a cara coberta de creme branco. o Arnaldo Jabor e o Severino Cavalcanti não tinham levado nenhuma, o que deixava o jogo empatado. o Jabor começou a contar vitória antes, dizendo que ia levar a taça (tinha uma taça, sim), eu me irritei e dei uma tortada na cara dele. na real, não me lembro se fui eu ou a dani moreira. mas que ele levou uma tortada afu, levou. ou seja, o Severino ganhou.

acordei apavorado. "o Severino ganhou! o Severino ganhou!"

cês acreditam em sonhos premonitórios?
quinta - 8 de setembro, 12h06min


Da série "quando os imbecis tomam o poder"

"Barbara Bush: Vida de pobres melhorou após Katrina"

mais, aqui.
quinta - 8 de setembro, 11h52min


é, arquivei.
link novo aí do lado. Barbara, Heliodora & Cordelie. elas são chiques e bem-humoradas. Bumerangue! recomenda.
quinta - 8 de setembro, 11h24min



vitorino,
no comando da bagaça.

instigar
enfim, sei lá
caco belmonte
repolhópolis
passeio noturno
la vie jetable
barbara,
heliodora & cordelie

groundhog day

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