EP da Stereo

alienadinho que sou, só ouvi hoje o EP da Stereoplasticos. das seis músicas, a que o pessoal daqui da redação do Bumerangue! mais gostou é a Eletrocardiógrafo. mas colada, vem a Notícias do ínfimo.

da escala pop Bumerangue!, o álbum leva quatro estouros.

cinco, só a Madonna.
quarta - 28 de junho, 14h45


Final de semestre

todo mundo enlouquecendo. todo mundo.
quarta - 28 de junho, 11h38


Sapiência islâmica

"Não devemos continuar dependendo do trigo dos EUA porque eles não querem que consigamos o progresso em nenhuma área. Deveríamos expandir nossa agricultura para cobrir nossas próprias necessidades".

um intelecutal árabe? um cientista iraniano? quem sabe um líder político da Líbia? não. uma estudante egípcia de 15 anos, numa prova escolar de redação - cujo professor a reprovou por motivos obscuros.

do portal Terra.
terça - 27 de junho, 15h15


"Quando liguei o computador, um festival de e-mails:
“Seja carismático e vença a timidez”
“Você emagrece enquanto dorme”
“Cure o mau-hálito”
“Improve your sexual performance”
“Conquiste usando feromônios”

Nada muito abonador. Na opinião de minha caixa-postal, eu sou o mais desprezível dos seres humanos: antipático, tímido, gordo, baforento, brocha e — é claro — encalhado."

do caderno de vidro.
segunda - 26 de junho, 15h44


eu queria ser amigo dessa gente aqui, ó.


quarta - 21 de junho, 13h56


Homem brasileiro é o maior pornógrafo do mundo

De acordo com pesquisa publicada na edição de junho da revista Men´s Health, 30% dos homens brasileiros olham pornografia pelo menos uma vez por dia. Colado na segunda posição vêm os indonésios, com 29%.

A pesquisa, elaborada com 40 mil homens em 42 países, coloca ainda os brasileiros em destaque quando o assunto é sexo com duas mulheres ao mesmo tempo: 19% afirmam já ter realizado esse fetiche comum a muitos homens. O Brasil está na liderança também em relação à média de mulheres com que já transou até o momento (11.37, e no segundo lugar, o Reino Unido, com 8.77) e idade em que perdeu a virgindade (16.85 anos).

O Brasil fica na lanterninha apenas em uma categoria: a fidelidade. Somente 28% dos homens brasileiros afirmam nunca ter traído a mulher, contra a Polônia, que ocupa a primeira posição, com 62% de seus homens se declarando fiéis.

do meu blogue sobre sexo.
terça - 20 de junho, 17h06


Combinação de sucesso

Google SketchUp + Google Earth = muita diversão.
sexta - 16 de junho, 11h17


Mais um daqueles posts sobre meus sonhos

eu sonhei que eu fui no aniversário do walter no meu antigo apartamento do Bom Fim. me lembro de ver o fester, o teddy e a aline (aquela que foi pra Londres, lembram?). e, doutor, me lembro também que eu tinha cabelo. muito cabelo.

o que será que isso significa, doutor?
sexta - 16 de junho, 11h13


artigo novo, escrito a muito custo, entre uma queda de luz e outra.

Criadores e criaturas da adolescência

Recebi e-mail de uma menina que leu um desabafo meu em que eu falava sobre minha adolescência, de como é esquisito dar-se conta que um dia tu tem 17 anos e no outro, 23. Ela me escreveu dizendo que espera nunca perder aquele espírito de tentar mudar as injustiças do mundo, como bem transcrevo aqui: "não quero deixar-me manipular pela sociedade. Quero ser diferente e mostrar a esta gente a diferença e a merda que vemos por aí". Me lembrei que eu pensava exatamente como ela. E me lembrei também de como os adolescentes são mal representados pela mídia.

Ao contrário do que vemos na tv e na publicidade, em que os adolescentes pensam exclusivamente em sexo e balada, sexo e música, sexo e vestibular, a adolescência é um período de muita sensibilidade. Nesta fase, somos sensíveis às paixões, às fantasias e às amizades. Tão sensíveis que formamos alianças e gangues com um grupo de outros adolescentes que se vestem iguais a nós e que ouvem a mesma música, para corrermos menos risco de sermos expostos e criticados - porque não tem nada pior que ser criticado quando se está sensível. E ao mesmo tempo em que existe a cultura de exaltação da juventude, há as constantes críticas à indecisão e fragilidade do adolescente, aspectos naturais de períodos de transição que se repetirão, de formas diferentes, pelo resto da vida adulta.

Em nenhuma outra fase da vida carecemos mais de ídolos que na adolescência. Na infância, nossos ídolos são nossos pais. E na fase adulta, algum profissional bem sucedido. Já os teenagers não sabem muito bem em quem se espelhar. Os pais, da noite para o dia, se tornaram ultrapassados. E com eles, tudo que é adulto. Disso, só restaram os próprios adolescentes, que se espelham uns nos outros - em suas preferências, estilos e gostos. Os ídolos da música também se espelham nesse público, que é o seu mercado consumidor. Mas na verdade, tudo o que vemos como referencial de adolescente na mídia não passa de uma vaga idéia de adolescência, embasada em um estereótipo produzido por um mercado que está sempre à procura de um nicho consumidor. Nesse círculo vicioso, em que o criador imita a criatura e vice-versa, os adolescentes se vêem obrigados a cunhar uma linguagem e uma gramática próprias, que desafiará o entendimento de todos que estão fora de seu círculo social.

Certa vez, abri o jornal de uma escola de Ensino Médio e os recados trocados entre os estudantes me chamaram a atenção. Eu precisei ler cada texto duas ou três vezes, tamanha a minha dificuldade em entender o dialeto adolescente, constituído por abreviações, internetês e gírias que não existiam quando eu tinha a idade de qualquer um deles. Os muito apressados em julgar podem dizer que isso é reflexo de um adolescente desinteressado e de biblioteca reduzida, mas como esperar que ele seja diferente quando não tem um herói digno de imitação?

Sensível e esperto que é, o adolescente aprende rápido que para sobreviver precisa se agarrar ao que tem de mais concreto e próximo de si. E o que os teens têm de mais representativo deles mesmos são eles mesmos. É na adolescência que se aprende que o mundo é cruel, a vida é injusta e que só os fortes sobrevivem. Mas esse período poderia ser bem menos difícil para muitos se eles tivessem opções mais realistas de ídolos e heróis a serem copiados, e não um desfile de superficialidades, fundos falsos e acessórios de marca.
quinta - 15 de junho, 14h22


Stay classy, San Diego


terça - 13 de junho, 12h27


Minutos de sabedoria

do manual de educação sexual para estupradores:
"quem com pica fere, com pica será ferido"
terça - 13 de junho, 12h14


O in e o out segundo eu mesmo

porque eu sei que quero e acho que posso.

in
- Go-go boys;
- café no Moinhos de Vento;
- trabalhar pelo dinheiro, exclusivamente pelo dinheiro;
- o Ronaldo com os quilos a mais (tô contigo e não abro!).

out
- Brad Pitt, Angelina Jolie e o bendito fruto;
- calvíce (em mim, não nos outros);
- quirkyalone (é um negóico meio dúbio, na real. tem umas coisas bacanas, tem outras que eu rejeito);
- "compromisso em primeiro lugar".
segunda - 12 de junho, 11h07


artigo novo.

O coração à luz da razão

Onde quer que se vá, lá está. Hoje em dia não tem como fugir: todo mundo fala sobre relacionamento, amor e sexo o tempo inteiro. É na salinha do café, no horário de almoço, nos blogues, nos jornais, nas revistas, na televisão, em palestras, na mesa do bar. Todo mundo tem uma opinião, uma pergunta e uma resposta sobre as relações amorosas contemporâneas. Por que isso acontece? Quando nós nos tornamos esses teóricos compulsivos do amor que somos hoje? E, principalmente, quando o amor se tornou tão complicado de entender?

Muitos diriam que se fala tanto sobre relações amorosas porque somos filhos de uma cultura ocidental em que a racionalização da vida é lei. Gostamos de estabelecer sistemas e enxergar padrões em tudo, da política ao amor, da sociologia ao sexo. Lembram daquele ditado que diz "o coração tem razões que a própria razão desconhece"? Hoje em dia, o certo é "se a razão não explica, o coração não tem vez". O coração está subjugado ao cérebro, às suas lógicas e cálculos. E à sua compulsão por sistemas também.

A psicologia diz que a fala organiza o pensamento. Ora, se nós falamos tanto assim sobre o amor, significa que estamos tentando organizar nossas idéias sobre tudo relacionado a ele? Se é isso mesmo, então estamos usando a gramática errada, porque quanto mais se fala, mais perguntas surgem, e quanto mais se tenta explicar, mais se complica. O amor nunca teve tantas variáveis, regras e exceções quanto ultimamente. Um sentimento que antes era cantado e exaltado por poetas, hoje em dia é analisado à luz da razão, espedaçado em tabelas imaginárias e estudos empíricos que tentam desesperadamente explicar, por exemplo, por que aquele cara que parecia tão interessado não ligou mais, ou por que aquela guria sempre se deixa envolver tão rápido. As coisas já foram mais simples. Ou pelo menos nosso entendimento sobre o amor já foi mais claro.

No século XX, nós aprendemos muito sobre sexo. Percebemos que ele não precisa ser obrigação de dona-de-casa para manter casamento, nem que ele precisa estar necessariamente vinculado ao amor para ser bom. E na mesma proporção que passamos a entender melhor sobre sexo, desaprendemos a entender o amor. O tornamos complicado, negociável e variável. O transformamos numa fórmula matemática em que o resultado é sempre uma incógnita. E isso aconteceu porque nós não paramos para perceber que amor não precisa ser entendido e estudado; não precisa haver empecilhos abstratos para que ele exista. No século XX, estabelecemos que tudo na vida deve ser pensado. Foi aí que complicamos o amor.

E agora, na primeira década do século XXI, nos vemos escrevendo, pensando e discutindo as relações amorosas com uma ânsia ferrenha por explicações. O problema é que as respostas que queremos nunca virão, pelo simples fato que nada disso tem explicação ou lógica. Podemos discordar, mas a premissa que diz que o coração tem razões que a própria razão desconhece ainda vale. E pode até demorar, mas haverá um dia em que perceberemos que à luz da razão, o amor não brota. Só que para esse dia chegar, precisamos calar a boca, pensar menos e deixar que as coisas sejam do jeito que elas são: obscuras e inexplicáveis.
domingo - 11 de junho, 21h56


Pausa para respirar

eu passei os dois últimos dias assistindo as gravações em 8mm da família feitas entre 1991 e 1995. revi as viagens, os natais e as bobagens gravadas em pequenas fitas cheias de pó. me vi com nove, dez anos, cabeludo, dentuço e mongolão, sempre querendo aparecer na frente da câmera e nunca atrás dela. hoje, fui tentar provar para o meu irmão que a filmadora não estava estragada e, ironicamente, ela parou de funcionar. sugeri passar todas as fitas para DVD, para não inutilizar as gravações, e percebi que nós, cidadãos de início de século, estamos sempre tendo que converter tecnologias passadas para outra mais atual. e mesmo assim, nunca estamos com o trabalho em dia.

a tecnologia diminuiu as coisas e tornou-as mais funcionais, mas nunca conseguimos nos manter atualizados em relação aos seus avanços. nunca tem um momento em que pensamos "ah, agora sim! agora eu consegui me manter atualizado e poderei curtir as benesses da tecnologia sem me preocupar com o futuro". essa satisfação em saber que atingimos a excelência tecnológica nunca chega. estamos presos a uma caminhada eterna de melhorias, diminuições de tamanho e aumento de capacidades que não tem fim. e aí eu pergunto: para quê tentar manter as máquinas ao meu redor atualizadas se amanhã ou depois elas já serão velhas mesmo?

hoje eu tive que enviar para minha prima a inscrição que eu fiz para ela no supletivo de Ensino Médio do Governo do Estado. o curioso disso é que ela não tem e-mail. tive que imprimir, envelopar, ir até o correio, pagar pelo selo, colar o envelope e depositar no espaço da caixa indicado por um adesivo que diz "Interior do Estado". fazia uns dez anos que eu não pisava numa agência dos Correios - porque eu tenho e-mail e o uso freneticamente. e sabe o que é estranho? é que o advento do e-mail não inutilizou os Correios. e isso não aconteceu porque, assim como a minha prima, milhões de pessoas não têm acesso às facilidades da Internet, mas porque ao volume de correspondências que recebíamos em papel, somou-se o montante de e-mails enviados entre amigos, colegas e empresas. ou seja, além de todas as cartas que recebemos, ainda temos todos os e-mails entupindo nossa caixa de entrada todo dia. uma coisa não substituiu a outra, apenas somou, nos tansformando em administradores de correspondências pessoais físicas e digitais de nível A. antes, por carta, recebíamos propostas de cartões de crédito, anúncio de imobiliária, encarte de supermercado. hoje, pelo e-mail, recebemos tudo isso mais as ofertas de venda de diploma, aumento de pênis e as novas técnicas para emagrecer dormindo. o e-mail não acabou com o uso do papel, ele continua sendo loucamente utilizado, impresso, enviado e descartado. mas além dele, ainda temos que logar no e-mail, conferir todo o lixo que recebemos e descartar os ditos spams todo dia. e a próxima tecnologia que surgir, prometendo acabar com o papel e com o e-mail, não vai acabar nem com um nem com outro. aí teremos as cartas, os e-mails e mais essa outra modalidade para administrar.

o mesmo acontece com a televisão. primeiro, nós tínhamos cinco canais e uma antena no telhado. depois, 20 canais e um cabo que vinha da rua. agora, são 70 canais e um cabo utilizado tanto pela tv quanto pelo computador, com sinal de alta velocidade - porque administrar a caixa de entrada do e-mail é algo demorado e não temos tempo suficiente para perder lendo correspondência inútil. e na verdade, com tanta opção e tanta novidade para correr atrás, nós não temos tempo para mais nada.

eu me lembro do primeiro telefone que tivemos em casa. naquela época, tínhamos que ficar até um ano na lista de espera da finada CRT. era com fio enrolado e até hoje eu me lembro do barulho que o disco numérico fazia ao ser rodado. hoje, nós andamos com um telefone no bolso que faz foto, toca música, grava vídeo, manda mensagem e conecta à Internet - porque sempre dá para se comunicar mais um pouco. e sério mesmo, nós realmente precisamos nos comunicar tanto assim? a indústria acha mesmo que todo mundo tem alguma coisa a dizer, a registrar e a enviar o tempo inteiro?

tanta capacidade e facilidade de conexão com os outros nos fez viver num mundo ruidoso, em que as pessoas fazem barulhinhos, piscam, vibram e tocam musiquinha, ao mesmo tempo em que respondem e-mails, falam no MSN, se conectam no Skype, navegam na Internet, assistem ao notíciario - que, hoje em dia, mostra notícia em todos os cantos da tela - e conferem outras novidades nos leitores de RSS. no final do dia, levam trabalho para casa, porque nunca têm tempo suficiente para manter as coisas atualizadas. mais uma vez, a nova tecnologia não substituiu a anterior, apenas somou. e dessa soma, resultou a diminuição do nosso tempo necessário para fazer as coisas com calma.

nos vídeos caseiros da minha família que eu assisti, aqueles de 15 anos atrás, eu vi o antigo toca-discos que nós tínhamos na sala. vi também o Phantom System - o top de linha dos videogames em 1991, da época que eles utilizavam cartuchos e não CDs e de quando os jogos eram jogos e não simuladores da vida real - e a antiga televisão de botões enormes e com meia dúzia de canais. e quando eu penso se hoje em dia eu poderia viver assim, eu vejo que não. eu sou da geração que aprendeu a se acostumar com essas máquinas que fazem milhares de coisas ao mesmo tempo, que aprendeu a se acostumar com as infinitas possibilidades de comunicação instantânea. na minha geração, o estrago já está feito e não tem mais volta. foi com esse pessoal de 20 e poucos anos que o mundo se tornou um monitor de computador. e ele já está começando a se transformar numa tela de celular. como eu disse, a tecnologia está o tempo todo diminuindo as coisas e aumentando suas capacidades. e para ser bem sincero, a única coisa que eu queria que ela aumentasse agora seria a nossa capacidade respiratória, porque daqui a pouco vamos ficar sem fôlego com tanta máquina nos sufocando.
sexta - 9 de junho, 23h14min


artigo novo, gurizada.

Escravos do belo

Eu cansei da beleza. Me dei conta disso quando fui ao shopping comprar uma calça que tanto precisava e por onde quer que eu passava, via rostos, corpos e roupas estupidamente belas - produtos de uma indústria que alimenta a eterna frustração humana de sempre tentar ser melhor, mais bonito, mais feliz, mais colorido. Como bem aprendi em uma aula de Sociologia Geral, no primeiro semestre da faculdade, o capitalismo sobrevive das frustrações humanas e é pela cultura da beleza que se percebe isso mais claramente.

Acho que a beleza tem sido demasiadamente propagandeada na nossa cultura contemporânea. Já fui seu ávido defensor, porque a beleza é um estímulo e um objetivo a ser alcançado, mas me oponho a essa obsessão que ela se tornou . E é justamente dessa obsessão que eu cansei.

Para quê tanta exposição da beleza? A beleza costumava ser rara, mas hoje me dia, onde quer que se vá, ela está. A televisão fez o belo chegar até nós sem que precisemos levantar do sofá, acabando com todo e qualquer esforço que antes a humanidade precisava fazer para encontrá-lo. Pode até ser romântico da minha parte, mas a beleza envolve busca, esforço humano. Ela não reside mais nos olhos de quem a vê, mas sim em todos os lugares e todas as mídias. É um fantasma que nos persegue ao mesmo tempo em que nos obriga a persegui-la, nos fazendo assim perseguir nossos próprios rabos e nos mantendo num coma holístico e social.

Hoje em dia, a beleza agride, invade, toma posse, chega de súbito e declara “olha para mim, eu sou um espelho do ideal humano, sou o seu devir”. A beleza profissionalizou-se e perdeu os bons modos. Aparece sem ser convidada. E sim, nem sempre ela deve ser convidada, porque tudo que está presente demais sufoca. No século XX, Afrodite, a deusa da beleza e do amor, adquiriu faculdades de onipresença e crueldade graças à mídia de massa. Sem perceber, ela se tornou vulgar.

Eu sei que minha insatisfação não vai ser aplacada porque a cultura da beleza é muito maior do que eu ou minhas palavras. Na verdade, a cultura da beleza é muito maior que qualquer um, que qualquer palavra, que qualquer idéia ou discussão. Quem somos nós para questionar o discurso, a indústria e a ditadura da beleza? Somos seus escravos vivendo em uma senzala que tem obsessão por se tornar casa grande. Pequenos demais para tirar Afrodite da televisão e do shopping e colocá-la de volta ao Olimpo, onde seria apenas mais uma dentre tantos outros deuses.
terça - 6 de junho, 12h25min


Antena um

vitorino diz:
eu tô aqui pensando se coloco o clipe de careless whisper no blogue ou se é muita queimação de filme.
Melina diz:
hahahaha. pode ser. mas não conta pra ninguém que a gente gosta de antena um.


domingo - 4 de junho, 22h37min


Vitorino não toma jeito

sabe o que é? é que às vezes nem eu acredito na minha cara-de-pau.
domingo - 4 de junho, 14h48min



praticamente
eu no corel.


instigar
enfim, sei lá
repolhópolis
passeio noturno
la vie jetable
groundhog day
caderno de vidro
só pra chatear
perturbação
macho pero no mucho
grave
história da minha vida

vitor.diel@gmail.com

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