Estação Cultura

Entrevista exibida no dia 14 de abril.
sábado - 26 de abril, 13h


Cadê Franz?

"O diretor José Henrique inscreve na Lei Rouanet o seu espetáculo 'O processo', baseado na obra de Franz Kafka, em outubro de 2006. Em janeiro de 2007, ainda não havia resposta. José Henrique estranhou a demora e resolveu ligar para a Funarte, onde estava o projeto. Uma parecerista do órgão o atendeu e disse: - Está demorando porque está faltando a assinatura de uma pessoa da equipe. - De quem? - quis saber o diretor, já pensando em qual pessoa poderia não ter assinado. - Do Franz."

Daqui.
quinta - 24 de abril, 13h12


Granadinas VI

Amanhã, às 19h, vai rolar um bate-papo sobre o Granada, crônica, literatura e comportamento com o Léo Felipe, apresentador do programa Radar, da TVE.

É na Palavraria - Vasco da Gama, 165, em Porto Alegre.

Entrada gratuita. Estão todos convidados.

***

Bem antes disso, pela manhã, Junior e eu estaremos na Rádio da Ufrgs numa entrevista sobre o livro.

Às 9h, no 1080 AM, em Porto Alegre, ou pela web.

***

Update dia 25 de abril, às 12h20: errei! Nós gravamos hoje, às 9h, mas vai ao ar no sábado, 26 de abril, às 10h.
quinta - 24 de abril, 10h15


Pop-up book

É aquele tipo de brinquedo que custa caro e só se usa uma vez - mas todo mundo quer.
segunda - 21 de abril, 21h21


Estúdio 36

Depois de muito tentar, consegui. Faz de conta que não ficou horizontal demais.

Crisinha, valeu pelas dicas!
sexta - 18 de abril, 11h46


Orientando-se

Li por aí que um chinês recomendou a um ocidental retirar o espelho diante da porta de casa porque, segundo o Feng Shui, a prosperidade estaria sendo refletida para a rua, dissipando-a.

O ocidental, condescendentemente, assim o fez e uma semana depois ganhou uma viagem para a Índia com tudo pago.

Motivado por impressionante relato, recorri ao oráculo a fim de saber mais sobre esta prática oriental que revoluciona a vida das pessoas com simples atos e lendo isso aqui me desestimulei. É muita coisinha. Dá preguiça. Os orientais são muito minuciosos.

Deixa. A Índia pode esperar.
quinta - 17 de abril, 18h22


Pesadelo

Sonhei que muitas manchetes com pontos finais pipocavam à minha frente. Eu tentava fugir, virar a página, jogar tudo longe, mas as manchetes com pontos finais não iam embora. Foi horrível.

***

Tá batendo a ressaca pós-lançamento. Tô com uma vontade doida de ir ao cinema. Ou ir à Puc vasculhar o arquivo d´O Pasquim na hemeroteca. Ou à biblioteca pesquisar sobre Grécia Antiga. Vai entender.

***

Que maish...
quinta - 17 de abril, 10h36


Granadinas V

Hoje, às 12h30, estarei no programa Estação Cultura, da TVE, conversando sobre o Granada.

Canal 7, em Porto Alegre.

***

Pontos de venda do livro estão aqui ao lado, abaixo dos arquivos.
segunda - 14 de abril, 10h05


Granadinas IV

Promoção do Kzuka dá três exemplares do livro para quem se cadastrar e responder: uma imagem vale mais que mil palavras? Por quê?

Exclusivo para o Rio Grande do Sul.
sexta - 11 de abril, 21h


Granadinas III

Hoje, às 18h, Junior e eu estaremos no progama Radar falando sobre o Granada.

É na TVE, canal 7 em Porto Alegre.
sexta - 11 de abril, 16h50


Atraso de 14 anos

"Guns n´Roses finaliza álbum Chinese Democracy"

Sei.

Aqui.
quinta - 10 de abril, 12h05


The first cut is the deepest

Não sai da cabeça.

Versão em português em finalização a quatro mãos.
quinta - 10 de abril, 10h50


Granadinas II

Hoje, às 13h15, estarei na Unisinos FM 103,3.

Às 15h30, na Guaíba AM 720.

E às 18h, na FM Cultura 107,7.
quinta - 10 de abril, 10h43


Pesquisas relevantes

"Fazer faxina pode reduzir estresse, diz estudo"

Por isso que a Claci tá sempre rindo.

Aqui.
quinta - 10 de abril, 10h35


Granadinas

Estarei na TV Com hoje, às 21h, numa entrevista sobre o Granada.

Canal 36, em Porto Alegre.
quarta - 9 de abril, 15h35


O mundo

Quanto mais eu leio, menos eu entendo.
terça - 8 de abril, 13h20


Um tapinha não dói

"(...) as feministas tiveram de parar de condenar o tapa na mulher e se obrigaram a estudar o fenômeno. O feminismo ampliado, trazido para o interior da universidade, como o que se instalou nos Estados Unidos, possibilitou uma visão mais intelectualizada do assunto. É claro que a maior parte das feministas ainda trabalha com tabus. Todavia, algumas feministas passaram a admitir abertamente que gostavam de 'levar uns tapas' na cama, e que não se sentiam nem um pouco humilhadas ou diminuídas por isso. Hoje em dia, muitas mulheres altamente senhoras de si, independentes, dizem abertamente que se sentem rejeitadas e diminuídas quando o tapa não ocorre. As feministas que assim admitiram começaram a tentar investigar a relação sexual de modo mais científico, e menos como uma forma delas próprias se esconderem. (...) Não são poucos os casais que percebem, já tarde, que seus casamentos acabaram por que a 'objetificação' no sexo não foi conseguida. A idéia do 'respeito à mulher' terminou por impor um bloqueio na atividade de ambos e, então, ou eles procuraram outros parceiros ou simplesmente aceitaram um destino celibatário."

Paulo Ghiraldelli Jr., no texto "Tapas - no sexo e na educação". Íntegra, aqui.
segunda - 7 de abril, 13h20


Memórias automobilísticas

Aos meus cinco anos de idade, a fim de dar vazão a uma imaginação pulsante, criei um livro de charadas. A cada página, uma pergunta que deveria ser lida em voz alta para alguém. Caso não adivinhasse, eu mostraria o desenho logo abaixo do enigma e me divertiria muito com isso.

Numa tarde, eu li para minha tia as charadas que eu havia criado. Lembro de apenas uma:

- O que é quadrado?

Gente, eu tinha cinco anos e para mim esta era uma charada muito esperta e óbvia. Mas minha tia pensou, pensou, pensou, coçou o queixo e hesitou. Eu respondi e mostrei o desenho para ela:

- Um carró, ó!

Ali estava: um retângulo (que para mim era quadrado) com duas rodas e uma antena. Eis um carro.

Carros sem antenas não são carros. Todo automóvel que eu desenhava, precisava de uma antena para o rádio. Lembro que quando andava de carro, ficava vidrado na antena ao lado esquerdo do pára-brisa frontal sacudindo com o vento, num vai-e-vem que só parava quando o carro estacionava. O meu barato nos carros eram as antenas do rádio. Até o dia em que fui apresentado ao aerofólio.

Isso aconteceu com a aquisição de um Ford Escort XR-3 pela família. Era cinza e atrás ostentava um aerofólio preto de plástico. Naturalmente que eu não sabia o que era aquilo, mas quando me falaram o nome, a-e-ro-fó-lio, viajei. Presumi que aquele seria o maior avanço da indústria automobílista desde a antena do rádio. "O carro do meu pai tem aerofólio", eu dizia na escola.

Um ano depois, ganhei de Natal um kit Fórmula 1 do Playmobil. Eram uns três ou quatro carrinhos - todos com aerofólio. Um dia, meu irmão disse que se não fosse pelo aerofólio, o carro voaria. Mais uma vez, viajei: confundi carro com nave espacial. Com "voar", ele quis dizer "derrapar", é claro, mas eu tinha seis anos e não entendia nada sobre figuras de linguagem.

No dia seguinte, contei para um amigo que sem o aerofólio o carro voaria. Ele tirou a peça de todos os carrinhos do Playmobil e eles saíram voando pelo quarto, desviando de arranha-céus imaginários.

Outro barato automobolístico da época era memorizar placas de carros. A do carro meu pai, a do vizinho, a dos pais dos amigos - todas as placas estavam guardadas na minha memória. Era uma atividade completamente inútil, mas muito divertida.

Imagino que todas essas memórias sejam similares às de muita gente que cresceu na cidade, nos últimos vinte anos. Isso revela a onipresença do automóvel na vida moderna. O resultado disso? Nossas ruas nunca estiveram tão engarrafadas e nossos condutores nunca estiveram tão estressados, presumo. Lá na minha infância, eu nem poderia imaginar que um dia os carros e o trânsito seriam apontados como os maiores vilões contra a qualidade de vida dos seres urbanos. O que um dia foi lúdico, hoje é mortal. Por isso, me volto a cada dia mais contra o automóvel e a favor do transporte público.

As nossas cidades necessitam que os carros sejam usados de forma racional e responsável. E necessitam agora. Não podemos manter o mesmo hábito automobilístico despreocupado de sempre, a estrutura urbana não comporta mais intransigências. Ou freamos agora as aparentes facilidades que o carro porporciona ou veremos a degradação da qualidade de vida que ainda nos resta. Acabou a brincadeira e a imaginação. A coisa ficou séria.
sábado - 5 de abril, 13h50


Convite

Granada é o apanhado de crônicas que estréia a Armazém de Livros Editora. A visão explosiva do jovem escritor Vitor Diel analisa as angústias e ansiedades contemporâneas comuns a todos, sejam de vinte, quarenta ou oitenta e poucos anos. Granada explode para todos os lados. Não adianta fugir.

***

Não é piada de 1° de abril.

***

Update dia 2 de abril, às 12h24: agora ele gira!
terça - 1° de abril, 14h30



o espírito de porco olha por este blogue


repolhópolis
groundhog day
caderno de vidro
pensar enlouquece
caligrafia na pele
república livre
entretantos
sympton of the universe
trEPA!
descartável.com
banho-maria
o calcanhar do aquiles
filosofonet
te dou um dado?

vitor.diel@gmail.com


2008
março
fevereiro
janeiro

2007
dezembro
novembro
outubro
setembro
agosto
julho
junho
maio
abril
março
fevereiro
janeiro

2006
dezembro
novembro
outubro
setembro
agosto
julho
junho
maio
abril
março
fevereiro
janeiro

2005
dezembro
novembro
outubro
setembro
agosto
julho
junho
maio
abril
março
fevereiro
janeiro

2004
dezembro
novembro
outubro
setembro
agosto
julho
junho
maio
abril
março
fevereiro
janeiro

2003
dezembro
novembro-outubro
setembro
agosto





em Porto Alegre, compre Granada nas seguintes livrarias:

Palavraria
Vasco da Gama, 165

Bamboletras
Lima e Silva, 776, loja 03

Letras & Cia
Osvaldo Aranha, 444

Nova Roma
Gal. Câmara, 428

Livraria do Margs
Pç. da Alfândega, s/ n°

Santander
Sete de Setembro, 1028

Livraria Kaçula
Andradas, 736

Banca Maurício Sirotsky Sobrinho
Getúlio Vargas, esq. Ganzo

Livraria Cultura
Tulio de Rose, 80, loja 302

Livraria Saraiva
Praia de Belas SC, 2° andar

outras cidades, pelo e-mail da editora